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O Mesa Marcada pediu a várias pessoas conhecidas no meio que nos enviassem uma lista com aqueles que foram, em 2009, os 10 restaurantes e 10 chefes, de Portugal, da sua preferência. Ficámos muito satisfeitos por 31 das 40 pessoas que convidámos terem respondido ao nosso repto. A essas listas juntámos as nossas e fizemos um somatório das pontuações (1º lugar:10 pts ; 2º lugar:9 pts; 3º, 8 pts, etc) sendo que cada participante não podia incluir os seu próprio nome ou restaurante(s) a que estivesse ligado.

 

Colaboraram connosco chefes de cozinha e outros profissionais ligados à restauração e hotelaria, como: André Magalhães, Bertílio Gomes, Frederico Ribeiro, Isabel Ferraz, José Avillez, José Júlio Vintém, José Tomáz Mello Breyner, Luís Américo, Luís Baena, Leonel Pereira, Ljubomir Stanisic, Miguel Laffan, Manuel Moreira, Miguel Castro e Silva, Nuno Diniz, Paulo Morais, Rui Paula e Victor Claro e ainda jornalistas, críticos e alguns gastrónomos cuja actividade em blogs e fóruns é conhecida, como: Artur Hermenegildo, João Paulo Martins, Luís Antunes, Mónica Franco, Manuel Gonçalves da Silva, Nuno Leitão, Nuno Pires, Paulina Mata, Paulo Rodrigues, Rui Casaca, Tiago Pais, Vicente Themudo de Castro e Virgílio Gomes.

 

 I - Top 10 Restaurantes:

 

1º TAVARES (Lx) ------------------------------------------ 177 pts

2º VILA JOYA (Albufeira) -------------------------------- 147 pts

3º PANORAMA SHERATON (Lx) --------------------- 112 pts

4º FORTALEZA DO GUINCHO (Cascais) ------------ 86 pts

5º ALMA (Lx) ------------------------------------------------ 70 pts

6º AMADEUS (Almancil) ---------------------------------- 64 pts

7º FEITORIA (Lx) ------------------------------------------ 63 pts

8º CASA DA CALÇADA (Amarante) -------------------- 61 pts

9º TASCA DA ESQUINA (Lx) ---------------------------- 59 pts

10º ELEVEN (Lx) -------------------------------------------- 57 pts

 

II - Top 10 Chefes:  

 

1º JOSÉ AVILLEZ (Tavares) -------------------------- --- 201 pts

2º LEONEL PEREIRA (Panorama  Sheraton) ---------- 132 pts

3º VITOR SOBRAL (Tasca da Esquina) ----------------- 100 pts

4º HENRIQUE SÁ PESSOA (Alma) ----------------------- 78 pts

5º MIGUEL CASTRO E SILVA (De Castro Elias) ------ 77 pts

6º DIETER KOSCHINA (Vila Joya) ----------------------- 75 pts

7º JOSÉ CORDEIRO (Feitoria - Altis Belém) ------------ 72 pts

8º BERTÍLIO GOMES (Casa da Comida) ----------------- 66 pts

9º FAUSTO AIROLDI (Spot) -------------------------------- 60 pts

10º LUIS BAENA (Manifesto) -------------------------------- 58 pts

 

 Agradecemos a todos os que participaram neste nosso desafio e aproveitamos para felicitar os eleitos

 

Duarte Calvão

Miguel Pires

Rui Falcão

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publicado às 23:46

 

Porque os olhos também comem. A noticia vem aqui, no i (de onde "pedimos emprestados" a foto e o título)

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publicado às 02:06

Embirrações XXVI

por Duarte Calvão, em 28.12.09

O emérito crítico gastronómico do Público, David Lopes Ramos, que também estende o brilhantismo do seu saber à Revista de Vinhos, é um homem de "gosto absoluto" (por comparação com o "ouvido absoluto" da música) capaz de identificar o mais estranho ingrediente no prato que qualquer chefe lhe põe à frente, como eu já o vi muitas vezes fazer. Pois sabem qual é o sabor (ou será ausência de sabor?) que mais ofende tão cultas papilas gustativas? O das bolachas de araruta...

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publicado às 15:01

É verdade que o pessoal dos vinhos bebe uns bons copos antes de escrever sobre o que o pessoal escreve sobre vinhos :), mas sabe sempre bem ver reconhecido o trabalho e o valor de um parceiro e amigo. 

 

Abaixo o excerto do artigo de Luis Gutierrez no Elmundovino (que pode ser lido na íntegra, aqui)

 

"El breve comentario del año pasado de la Guía de Vinhos de Rui Falcão desde luego no hace justicia a la calidad de ésta. ¿Cuándo fue la última vez que se leyeron una guía? ¿Nunca? Bien, pues la guía de Falcão, se puede leer, y de hecho nosotros nos la hemos leído. Hace una breve introducción a cada uno de los productores portugueses –no así a los extranjeros- y las mismas notas de cata son amenas, dicen algo, no son una letanía más o menos aleatoria de aburridos y repetitivos descriptores como es común. Criterio, opinión, bien escrita, con comentarios acertados, y sabiendo decir las cosas con entusiasmo, de verdad… ¡da ganas de probar los vinos! ¿La mejor guía de vinos de Portugal? Con certeza. Y tal vez ¡del mundo!

Para los lectores portugueses estaría bien algo más de detalle –al menos la zona- de los vinos extranjeros. Y tanto para los lusos como para nosotros, algún dato, como el precio, seguro que también sería de agradecer…"

 

(o artigo pode ser lido na íntegra,aqui)

 

 

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publicado às 14:25

“ Olivier é um homem competitivo e não se envergonha disso. Sobe-lhe a mostarda ao nariz quando lhe falam da concorrência (Victor Sobral, Henrique Sá Pessoa, José Avillez, Joachin Koerper): ‘Eu faço o meu nome através do meu restaurante, não ando à procura de revistas para o fazer’. Fala sem papas na língua sobre os críticos:"Há um círculo de ciúme à volta do Olivier. Eles são todos bons, mas eu é que ganho dinheiro". Apimenta um pouco as coisas:"Os outros arriscam pouco. Eu arrisco muito"

 
(…) Sempre atarefado, Olivier faz questão de ir a cada mesa 'fazer pedidos'. Se os 'outros' perdem tempo 'nas revistas' , 'eu perco o meu tempo a gerir, na cozinha, e a ser public relations'. (...) A verdade é que no Olivier Avenida só há Olivier, figura omnipresente: de jeans, pólo azul e relógio de ouro - como na capa do livro -, Olivier está na mesa ao lado a conversar com alguém importante, mas também a tirar fotos para uma revista cor-de-rosa, senta-se e come um cogumelo, passa de relance a gabar a trufa de Alba, serve o vinho, pergunta se está tudo bem. "A pessoa aqui é tratada como um amigo. A marca Olivier é todo um ambiente, um serviço", explica.
 
(…) Diz sem preconceitos, que a sua cozinha é 'comercial'. Apesar disso, não é para todas os bolsos. 'Nunca tive pretensões de ter um restaurante inacessível. Uma pessoa pode vir aqui, comer um hambúrger e beber uma cerveja, e pagar 30 euros.'
 
(…) Apesar do sucesso, não quer uma estrela Michelin.  'Não ambiciono uma, aliás, tem de se fugir das estrelas Michelin.' (...) Os rankings não me interessam. Eu facturo 100 vezes mais do que eles'
 
(…) '[em Lisboa] Falta abertura, visão e optimismo.' Insiste-se sobre a concorrência: vai lá comer? ' vou, mas é muito mau.' Quando se lhe diz que não pode ser totalmente verdade, ‘ visão ’ e ‘ optimismo ’ espalham-se no rosto de Olivier, e reconhece: ' Gosto do Bica e do Pap'Açorda. O Gambrinus é um bocado demodé, mas no Tavares está o Avillez, não é mau, até é interessante '.
Por um lado, diz que só lhe importam as críticas dos estrangeiros, mas, se a Time Out não o menciona [como um dos restaurantes da década], reage com indignação. Em que ficamos? A figura omnipresente, hiperactiva, que interrompe a entrevista para atender o telefone e falar de encomendas, ou para entregar cheques aos empregados, que sorriem de gratidão; que ora está de pólo azul ou de jaleca; ora está na mesa com o ministro ou a fazer charme aos jornalistas, pela primeira vez torna-se frágil. Com os olhos sérios, perde o ar trocista e, após um longo silêncio, responde: ' tenho um ressentimento, sim, por não ser reconhecido. Fico lixado porque em Portugal não me dão valor' "
 
Excertos do trabalho de Raquel Ribeiro sobre o Chefe e empresário, Olivier da Costa , na Pública de ontem.

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publicado às 14:03

O gadus morhua é que é!

por Miguel Pires, em 19.12.09

Excelente trabalho sobre como escolher bacalhau escrito pelo David Lopes Ramos no Publico de ontem: 
 
"Bacalhau para nós, portugueses, é de todas as maneiras: cru, frito, cozido, assado nas brasas ou no forno. Tem é que ser do salgado e seco. O fresco que o comam outros, pois não nos serve para a noite da Consoada (...)" 

O artigo na integra, aqui.

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publicado às 13:03

Os garfos do Lisboa à Prova 2009

por Duarte Calvão, em 18.12.09

                      Já saíram os resultados do Lisboa à Prova 2009.

Com a classificação máxima, três garfos, ficaram: Casa da Comida, Eleven, Panorama (Hotel Sheraton), Tavares, Valle-Flôr (Pestana Palace) e Varanda (Ritz Four Seasons)

Com dois garfos: 100 Maneiras, Ad Lib (Hotel Sofitel), Alma, Bocca, Espaço Açores, Faz  Figura, Flores (Hotel Bairro Alto), Gemelli, Guarda Real (Hotel Real Palácio), O Poleiro, Solar dos Presuntos, Suíte, Tamarind e A Travessa.

Com um garfo: 1º de Maio, 5 Oceanos, A Tasca do Manel, Alecrim às Flores, Banthai, Kais, BBC, Bem Disposto, Casa da Mó, Clube do Peixe, Come Prima, Costa do Castelo - Bar de Imagens, Eddy's Kitchen -. Sushi Alentejano, Estado Líquido, Farta Brutos, Gril D. Fernando (Hotel ALtis), Ibo, Império dos Sentidos, Kanji, Lisboa à Noite, Mariposa de Campolide, Miss Saigon, Nariz de Vinho Tinto, O Faia, O Jacinto, O Polícia, Ramiro. Páteo, Quinta dos Frades, Sabores de Goa, Sabores do Atlântico, As Salgadeiras, Salsa & Coentros, Sem Dúvida, Sem Nome, Sessenta, Solar dos Nunes, Sommer, Spot Lx, Spot S. Luiz, Sul, Sushill Out Alfama, Taberna Ibérica, Tágide, Tempero de Minas, Terra, Trattoria Vitali, Tsuki, Ultralento, Varanda da União, Yasmin e Zaafran.

Espero que não me tenha esquecido de nenhum. Para o ano, segundo tudo indica, o concurso volta.

 

 

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publicado às 19:36

Mais uma "recuperação" no Chiado

por Duarte Calvão, em 18.12.09

                                                              Gambrinus?  Vela Latina? Eleven? Buffet do Ritz? Esqueçam, caros leitores. Pelo menos ao almoço, se quiserem encontrar em Lisboa a fina flor dos "meios empresariais", assim como gente da melhor sociedade, vão ao velhinho Belcanto, ali no Largo de São Carlos, recentemente renovado pela mão de Rosalina Machado, nome lendário da publicidade portuguesa.

Estive lá a a almoçar e só não revelo quem vi porque acho que toda a gente tem direito à privacidade. Na lista, os pratos permanecem, felizmente, tão clássicos como a casa e provei os fantásticos ovos à professor, que pedi mal passados e não julguem que é snobeira, porque mesmo ao lado houve quem os pedisse bem passados...Depois, fui por um linguado à Belcanto, uma variação do à meunière, que o competente chefe de sala (que tem que dar para tudo, porque os auxiliares parecem que ainda não despertaram para o novo período de êxito do restaurante) limpou impecavelmente e que me soube muito bem, mesmo com as batatas cozidas de mais. Provei também o bacalhau no forno e já não gostei tanto No fim, um óptimo toucinho do céu e um delicioso café de balão. Bebendo o tinto Quinta das Cerejeiras Reserva 2003 (quis um vinho "antigo" para um restaurante antigo, apesar de achar que 14º de álcool é demais. Este vinho não era mais leve?), ficou em pouco mais de 40 euros por pessoa, que deve ser o que alguns dos presentes deixam de gorjeta.

Depois do Tavares e da Tágide, aqui fica mais um clássico do Chiado a ter em conta, cada restaurante praticando o seu estilo, o que é de louvar. Falta agora o Bacchus, que teve uma falsa partida, mas que mantém todo o encanto dado pela decoração fabulosa de Paulo Guilherme. Tomara que seja o próximo a voltar aos bons tempos.

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publicado às 16:25

O Tivoli esclarece

por Duarte Calvão, em 17.12.09

             Sobre este post, os hotéis Tivoli tiveram a amabilidade de nos enviar um esclarecimento, que transcrevemos na íntegra em novo post para não ficar "perdido" na caixa de comentários. Creio que agora fica claro o que se está a passar e só posso desejar a um dos restaurantes clássicos da cidade que apresente por muitos e bons anos pratos à altura dos seus pergaminhos. Seja em que estilo culinário for.

 

Caro Duarte Calvão,

Antes de mais, queremos agradecer todo o seu interesse a apreço pelo grupo Tivoli em geral e pelo restaurante Terraço em particular.
O almoço que teve lugar no Terraço, no dia 15 de Dezembro, foi uma acção de comunicação da Michelin, desenvolvida no âmbito das comemorações dos 100 anos do Guia Michelin. A Michelin convidou o Chef Sergi Arola para confeccionar o almoço, o que para nós foi um prazer, tendo em conta a parceria que temos com o Sergi Arola no restaurante Arola Vintetres no Tivoli São Paulo – Mofarrej .
O Arola Vintetres abriu ao público no passado dia 6 de Novembro e ocupa o 23º andar do hotel. É um restaurante com um estilo informal e uma carta à base de tapas de inspiração mediterrânea, com toques da culinária catalã e influência de ingredientes brasileiros. O restaurante tem uma garrafeira com duzentos vinhos que acompanha a ementa, onde além das tradicionais Patatas Bravas”, oferece mais de 30 tipos de tapas e pratos como Jamón Ibérico de Bellota ” e “Anchovas de Santoña ”.
O Chef Luís Baena é o chefe executivo da Tivoli Hotels & Resorts, colaborando no processo de renovação da actividade de F&B dentro do grupo que iniciamos em 2006. Apoia todos os espaços de F&B dos nossos hotéis, não tendo nenhuma ementa assinada exclusivamente por ele em qualquer restaurante do grupo Tivoli, mas contribuindo para a definição e elaboração das cartas e propostas de cada um deles . É também responsável pela formação contínua das equipas de acordo com os conceitos e standards estabelecidos. Um trabalho de fundo que tem vindo a trazer frutos ao nível da qualidade e da consistência da nossa oferta, bem como ao aumento da frequência e actividade dos restaurantes.
Em relação ao Terraço, que é sem dúvida um dos restaurantes emblemáticos de Lisboa e do grupo Tivoli, o seu conceito e estratégia são de valorizar a sua localização e vista impar sobre a paisagem de Lisboa, através de um ambiente e serviço de elevada qualidade, aliados a uma oferta gastronómica que conjuga os “clássicos” da cozinha portuguesa e do próprio Terraço a uma oferta complementar moderna. As cartas vão evoluindo segundo as estações do ano.
Esperamos assim esclarecer as dúvidas levantadas e aguardamos por si um dia destes para experimentar a carta actual do Terraço.

Atentamente,

Marco Amaral, Responsável F&B Tivoli Hotels & Resorts

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publicado às 16:28

Será que é obrigatório para um crítico de vinhos (ou em última análise, para um crítico em qualquer campo) provar mesmo, mesmo, mesmo os vinhos que comenta e recomenda… antes de poder escrever sobre eles? Sim, sim, eu sei, a pergunta parece deslocada, absurda e de retórica pura! No entanto, a dúvida existencial ganha novo sentido face ao mais recente guia de vinhos do autor australiano Matt Skinner, jornalista, crítico de vinhos (com colunas de opinião publicadas em diversos jornais e revistas internacionais) e consultor em diversos projectos de restauração… entre os quais se destaca a ligação com a famosa e mediática estrela de televisão inglesa, Jamie Oliver.

No The Juice 2010, o guia de vinhos mais recente do autor, Matt Slinner recomenda e enaltece um grupo alargado de vinhos que, alegadamente, nunca poderiam ter sido provados… por na quadra da produção do livro (revisão final no mês de Maio) os vinhos apreciados ainda não estarem engarrafados… nem terem sido mostrados à imprensa. Confrontado com os gritos da denúncia de alguns produtores, Matt Skinner assumiu candidamente que não tinha tido oportunidade de provar todas as recomendações constantes do seu guia. Em sua defesa, alega que os vinhos dos produtores em causa são tão consistentes, tão previsíveis, que, apesar de não os ter provado, a recomendação com nota e descritivos de prova lhe parecem ser perfeitamente sensatos. Por sua vez, a editora, a mais ilustre editora sobre o tema Vinho, a Mitchell Beazley, alegou que a estratégia perfilhada revelou ser fundamental para que o guia se mantivesse útil durante um período de vida alargado…

 

 

 

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publicado às 09:17

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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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