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Nas caves do Conde Teobaldi

por Miguel Pires, em 31.10.11
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Não sei se ao convidar-me para conhecer os cantos à casa, em Reims, a casa Taittinger (via Sogrape, ou vice versa) sabia que o meu consumo de adolescente imberbe da geração cerveja tinha evoluído em direcção ao vinho, em particular à preferência por bubbles de uma certa região francesa – que por acaso até é onde se encontra a sede da empresa.

Na visita guiada às caves lembrei-me de como na fase cevada tínhamos o sonho anedótico de cair num daqueles imensos depósitos de cerveja – desejo habitual após umas quantas ‘loiras’ nos tolherem a vista.

Neste caso não era a vontade de cair num depósitos de vinho em fermentação. De todo. Mas sim de ficar fechado numa das caves repletas de Comptes de Champangne. Já agora ao som, por exemplo, dos Smiths: “to die by your side is such an heavenly way to die (...) There is a light that never goes out”.

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publicado às 00:55

Cozinhar Bem exige Pensar Bem!

por Paulina Mata, em 29.10.11

Há dias em que não acordamos bem dispostos, em que o tempo também não ajuda… Um dia cinzento, uma chuva miudinha… Meti-me no autocarro… sem destino, logo se via... Ao passar em Piccadilly saí, quase automaticamente. A Waterstone’s em Piccadilly é sempre um porto seguro,  a secção de livros de cozinha é grande e os sofás confortáveis… Entrei, logo junto à porta uma mesa com muitos exemplares do livro “The Family Meal” de Ferran Adrià. Enquanto dava uma vista de olhos, reparei num poster enorme… ia haver um evento para o lançamento do livro com a presença do próprio Ferran Adrià … daí a 4 dias. Os bilhetes estavam à venda. Saí de lá com um bilhete na mão.

 

A 26 Setembro, no Vinopolis, as portas abriam às 18h30m. Vim a pé de casa, atravessei o Borough Market deserto, não era dia de mercado, chovia a potes… Cheguei 15 minutos antes. Não se podia entrar… na rua também não podia ficar… do outro lado da rua havia um Le Pain Quotidien, uma cadeia com que simpatizo muito, as “malgas” em que servem o chá dão conforto. Entrei. Havia mais gente, encontrei-os todos de novo, uns minutos mais tarde, no Vinopolis, numa sala com cerca de 400 cadeiras quase vazias… Ferran Adrià chegou cedo, pouco passava das 18h e 30m, vi-o passar. Era suposto começar às 19. A sala encheu entretanto. Completamente!

 

Ferran Adrià chegou com Nicholas Lander (o marido de Jancis Robinson), que entre outras coisas escreve há muitos anos na secção de Food & Drink do Financial Times.  O N. Lander apresentou-o e disse que tinha tido a ousadia de cozinhar para ele na véspera, e a sessão começou. Adrià não fala inglês, falou em castelhano, havia uma tradutora, não sei se costuma acompanhá-lo, mas o trabalho foi excelente, tudo muito fluído.

 

 

Tudo desconcertantemente simples, nada de tecnologias, o Ferran Adrià todo vestido de preto, em cima da mesa um prato com uma pêra e uma toranja.

 

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publicado às 13:39

Paulina Mata no Mesa Marcada

por Mesa Marcada, em 29.10.11

É com enorme prazer que anunciamos que a partir de hoje Paulina Mata passa a ser colaboradora especial do Mesa Marcada.

 

Paulina Mata  é licenciada em Engenharia Química e doutorada em Química Orgânica, é Professora Auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia daUniversidade Nova de Lisboa, sendo Coordenadora do Mestrado em Ciências Gastronómicas (da FCT-UNL e ISA-UTL). Sempre se interessou por todos os aspectos da cozinha/gastronomia, adora comer, pensar, falar, e escrever sobre comida. 

 

A sua estreia no Mesa Marcada não poderia ser mais auspiciosa ao brindar-nos com um post  sobre uma apresentação de Ferran Adriá em Londres.

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publicado às 12:34

Cave Geisse Bruto rosé 2006

por Rui Falcão, em 28.10.11

 

Não será propriamente uma novidade que os espumantes brasileiros se mostram cada vez mais competentes e atraentes, sérios e sofisticados, capazes de ombrear com muitos dos melhores vinhos espumantes do mundo. Nenhum deles, porém, e apesar de já ter tido a felicidade de ter provado um número significativo, me tinha cativado tanto como o Cave Geisse Bruto rosado, da colheita 2006, um espumante perturbador na elegância, complexidade e riqueza, num registo profundo e distinto que impressiona. Degorjado em 2011, é, apesar de carote, um belíssimo espumante… que poderia passar por champanhe sem qualquer dificuldade!

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publicado às 10:43

A rolha, o Baltimore Sun e um Grande Reserva

por Miguel Pires, em 28.10.11

 

Na sua newsletter desta semana, o Restaurante Assinatura, em Lisboa, dá uma boa notícia aos adeptos dos BYOB: de 28 e 31 de Outubro, por ocasião do evento Encontro com o Vinho e os Sabores 2011 (antiga FIL), não vai cobrar taxa de rolha (que habitualmente é de 7€ por garrafa) .

 

Sobre este mesmo tema, no site de Maria João de Almeida, vem um artigo que inclui uma útil lista de restaurante que permitem BYOB e os preços que praticam.

 

 

Já pelos Estados Unidos, o Baltimore Sun lança a questão: Could the dry reds of Portugal be the next big thing

Não é propriamente do New York Times mas não deixa de ser uma notícia interessante que valoriza os vinhos portugueses. Ainda para mais desta vez não se referem a vinhos de topo de gama, mas sim de um segmento mais baixo, cujas quantidades de produção permitem chegar facilmente a mercados maiores.

 

 

 

Um dos vinhos referidos no artigo no jornal americano é o Esteva cujo um dos seus fãs, João Barbosa, lançou, há dias (oficialmente), o seu livro, Grande Reserva, "um apanhado de pequenos tesouros do vinho português, entre fait-divers e curiosidades".

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publicado às 10:27

Restaurante Vin Rouge

por Miguel Pires, em 27.10.11
João, Rita... e o Mar

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Se em 2006 um qualquer comité gastronómico tivesse atribuído um prémio de restaurante revelação, o Vin Rouge teria sido certamente um sério candidato. Na altura vários foram os entusiastas que demonstraram o seu contentamento - em jornais, blogues e fóruns - por este pequeno restaurante meio perdido em Amoreira, algures no Estoril. Não é que a comida fosse o superlativo dos superlativos ou particularmente original, mas porque os proprietários reuniam um conjunto de características que lhes trouxe reconhecimento e proveito. De facto o profissionalismo e a simpatia de Rita Caldas, na sala, as propostas contemporâneas de base portuguesa (e de escola francesa) de João Antunes, na cozinha, uma carta de vinhos curta mas interessante e uma conta justa no final, eram argumentos de sobra para uma refeição a preceito – até se perdoava a localização e o espaço que poderia ter sido um stand de automóveis. 
Em 2010, depois de alguma insistência, aceitaram o convite do hoteleiro Simões de Almeida e transferiram-se para o lugar onde funcionara o 100 Maneiras, na estalagem Villa Albatroz, em plena baía de Cascais. 
O percurso não tem sido fácil. A conjuntura económica está como se sabe e Cascais é, por vezes, uma terra madrasta - segundo alguns locais, um morador da região mais facilmente se desloca a Lisboa ou ao Guincho para jantar do que a Cascais. Acresce ainda que apesar do espaço ser de dimensão semelhante ao anterior a distribuição por várias salas obrigou a um aumento da equipa.
Contudo Rita Caldas e João Antunes - dois profissionais com passagens por restaurantes como o Valle Flor (ela), Ritz, Fortaleza do Guincho e 100 Maneiras (ele) - vão contando com a presença dos seus clientes de sempre e também de muitos estrangeiros, sobretudo, turistas em época alta. 
De resto pouco parece ter mudado. A carta de comidas continua a ser pequena mas interessante, a de vinhos idem, os preços pouco ou nada se alteraram e até alguns dos adereços mais sóbrios foram transpostos da anterior morada. No entanto em termos gerais o sítio não me pareceu muito diferente do que era nos tempos do 100 Maneiras - talvez porque a arquitetura do espaço e a vista das salas e do terraço para a baía acabam por se impor. Na verdade só há mesmo uma diferença que lamento: a falta de tolhas nas mesas. Um lugar como este merece.


O jantar estava marcado para as 21h, no terraço. Pretendia aproveitar a vista e os últimos momentos do lusco-fusco. Infelizmente alguém do município (presumo) teve a triste ideia de colocar, mesmo em frente, um palco semi coberto que retira a vista e, em parte, o sossego (informaram-me que será retirado neste mês de setembro). Passámos para o interior e o problema atenuou. 

A carta de comidas, como referi, é pequena mas interessante (5 entradas, 3 pratos de peixe, 3 pratos de carne, 3 ‘risottos & pastas’ e cinco sobremesas) pelo que a opção pelo menu de quatro pratos ao critério do Chef (39,90€) é uma hipótese a considerar. Contudo tínhamos curiosidade de experimentar algumas propostas que não constavam do menu e por isso acabámos por pedir à carta.

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publicado às 12:03

Lisboa à Mesa (III)

por Miguel Pires, em 25.10.11

Hand made by D. Manuela - Conserveira de Lisboa

"Ai chega, chega, chega, chega, oh minha agulha..." 

 

Manteigaria Silva

Kare-paan da Castella do Paulo, uma pastelaria luso-japonesa que serve almoços durante a semana. Trata-se de um salgado de brioche crocante recheado com caril japonês de vaca e legumes. Um vício. 

Vício por vício, um duo maravilha: pastéis de bacalhau e chamuças do Cova Funda, ali para os lados dos Anjos (Lisboa). Por falar em chamuça será que este acepipe de origem indiana já foi nacionalizado há anos suficientes para poder participar nas próximas 7 maravilhas da gastronomia? Afinal já tem quase tantos anos de Lisboa como o pastel de bacalhau (não é verdade mas isso agora não interessa nada. Venham mais cinco duma assentada que eu pago já.

 

Ainda dentro do capitulo dos vícios, o burek jugoslavo do Bistro 100 Maneiras 

 

Bolo de morango (ensopado com chantilly aos molhos), um guilty pleasure de sempre. No Frutas Almeida da Avenida de Roma ou do Saldanha/S. Sebastião - onde foi tirada esta foto.

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publicado às 09:00

Pub Grátis (belo pacote. Ou será decote?)

por Miguel Pires, em 24.10.11

O meu dinamarquês não é suficiente para perceber os ingredientes mas parecem ser bolas de mistura mais macias do que os calhaus de destruição maciça que apanhei hoje num voo da Lufthansa. 

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publicado às 22:50

 

Esta escolha, a dos dez melhores vinhos nacionais e estrangeiros do ano, é uma escolha pessoal que espelha de forma clara o estilo de vinhos que mais me emocionam e desassossegam. É a minha confissão anual, a revelação e exposição dos meus gostos pessoais. Este é o meu espaço íntimo, o meu foro privado, e estes são os vinhos que mais me entusiasmaram ao longo deste ano.

 

A lista inclui novidades e estreias absolutas. Pela segunda vez, e um pouco em contra ciclo com a opinião publicada, considerei somente um vinho branco para a galeria dos dez melhores. Faço-o sobretudo pela parca qualidade das colheitas 2009 e 2010, duas vindimas consecutivas que considero pouco prestáveis para gerar brancos de eleição. Tal como no ano passado, voltei a aclamar um vinho espumante português, algo

que durante muitos anos considerei pouco verosímil. Apesar de algumas das principais casas do Vinho do Porto terem declarado Vintage em 2009 não senti que os vinhos tivessem densidade para constar nesta minha selecção. Lutei por incluir o maravilhoso Scion nesta selecção mas o preço elevado e a impossibilidade prática de encontrar uma garrafa no mercado condicionaram-me nessa escolha. Não consegui, no entanto, deixar de qualificar aquele que durante anos foi o único 40 Anos da Madeira, um vinho excepcional que, compreensivelmente, também não será fácil encontrar. A milha escolha pessoal fica então distribuída entre uma nomeação de vinhos do Alentejo, um do Dão, três para o Douro, dois para Lisboa, um de Setúbal, um espumante e um Vinho da Madeira.

 

Os vinhos são apresentados pela ordem alfabética das regiões e, dentro de cada região, pela ordem alfabética dos nomes comerciais.

 

 

VINHOS NACIONAIS:

 

  • blog 2009 (Alentejo) – O estranho caso de um vinho que vive numa roda viva permanente entre potência e harmonia… sobrando-lhe pureza, precisão e finura, ou a história de um vinho que envolve um punho de aço numa luva de veludo. Gigante!
  • Quinta dos Roques Reserva 2007 (Dão) – Eis como a austeridade também pode ser entendida como uma virtude, num caso raro de rigor e vigor. A força serena de quem sabe que não é preciso gritar para ser ouvido. Clássico!
  • Quinta da Manoella Vinhas Velhas 2009 (Douro) – Rigor pode rimar com fruta que pode rimar com delicadeza… que pode rimar com textura sedosa. Um vinho completo, sólido mas civilizado, matemático na precisão, melódico no ritmo. Imperial!
  • Quinta do Infantado Reserva 2008 (Douro) – Quando a grandeza consegue andar de mãos dadas com a beleza. Riqueza, subtilezas, nuances e rendilhados. Desenvoltura e firmeza, raça e sensibilidade. Notável!
  • Ultreia 2007 (Douro) – Rijo e sedoso, tenso e dócil, seco e suave, musculado e delicado. Poderá um vinho sobreviver a tantos contrastes? Poderá o Douro conseguir mostrar ainda mais uma faceta desconhecida? Poderá um vinho parecer eterno? Inquietante!
  • Ex Aequo 2008 (Lisboa) – A alto costura conduzida ao extremo da sedução. Homem, terroir, estética e substância. Ou como um vinho também pode servir como conforto da alma. Fruta limpa e cristalina, melodia e organização. Melódico!
  • Quinta de Sant’Ana Alvarinho 2010 (Lisboa) – A compensação de um risco, a alegria de ver uma aposta ganha. Quando a mineralidade se torna desmedida e elevada ao extremo. Severidade, firmeza, nervo, tensão e audácia. Eléctrico!
  • Cavalo Maluco 2008 – (Setúbal) – Um tsunami de proporções bíblicas. A apoteose do belicismo, o triunfo da potência, a vitória do músculo... sem que o equilíbrio seja beliscado. A necessidade de tempo e o conforto do descanso na garrafeira. A certeza de um futuro brilhante. Colossal!
  • Murganheira Cuvée Reserva Especial Bruto 2002 (Espumante) – Nobreza e fidalguia, sedução e harmonia, alegria e dignidade. A arte do lote, o saber da experiência, a arte e fleuma para acreditar nas virtudes do tempo. Elegância, frescura e sapiência. Sedução!
  • HM Borges 40 Anos Malvasia (Madeira) – Profundidade, complexidade, tensão, frescura, riqueza e robustez num só copo. O justo equilíbrio entre doçura e frescura, entre fogosidade e formosura. Ou como um vinho consegue fintar as mazelas do tempo. Infinito e intemporal. Descomunal!

 

 

 

 VINHOS ESTRANGEIROS:

 

  • Franz Künstler Kostheim Weiß Erd Erstes Gewächs Riesling trocken 2009 (Alemanha/Rheingau) – Faísca, nervo e tensão em proporção quase agonizante. A audácia de uma mineralidade impetuosa e colérica. Brutalidade e delicadeza de braço dado. Preciso!
  • Maximim Grünhauser Herrenberg Riesling Auslese 2010 (Alemanha/Mosel) – O zénite da elegância, beleza etérea e intemporal, garbo e distinção. Frescura e limpidez, brilho e viço. A volúpia do açúcar na proporção mais que perfeita. Elegância!
  • Heymann Löwenstein Uhlen Laubach Auslese Lange Goldkapsel 2009 (Alemanha/Mosel) – Beleza mineral aliada à sensualidade e paixão de um corpo rico e untuoso. Tensão e sedução, nervo e ardor, firmeza e audácia. Pecaminoso, sensual e carnal. Lascivo!
  • Penfolds Grange 2006 (Austrália/South Australia) – Quando a sensatez e a loucura habitam na mesma casa. Alegria e contenção, vigor e suavidade, seriedade e tradição. O triunfo da razão, a combinação perfeita entre inovação e tradição. Rigoroso!
  • Nikolaihof Steiner Hund Riesling Reserve 2007 (Áustria/Wachau) – Poderá um vinho ser arrancado directamente da rocha, de tão intensamente mineral? Vigor, firmeza, intrepidez, concentração, petulância e rigor num só copo. Gigante e suave. Arrepiante!
  • El Titan del Bendito 2008 (Espanha/Toro) – Alienado, brutal, opulento e decadente. A contraposição ao pensamento politicamente correcto. O fausto da fruta, o abismo da decadência, o aprumo final. Como uma receita certa para o desastre redunda num vinho esplendoroso. Desbragado!
  • Dom Ruinart 1998 (França/Champagne) – Pura poesia. Textura irrepreensível. Complexidade e opulência, finura e austeridade. Alegria e sedução. Fascinante!
  • Gosset Celebris Blanc de Blancs (França/Champagne) – O triunfo da arte do lote, a satisfação de uma educação esmerada. Musculo, finura e finesse. Como radical pode concordar com urbanidade. Impressionante!
  • Sigalas Assyrtiko 2010 (Grécia/Santorini) – Tensão e comoção, intransigência e severidade. A energia a conviver com a delicadeza. Electricidade pura, secura, pureza e loucura. Precisão e rigor. Arrepiante!
  • Gaja Barbaresco 2007 (Itália/Barbaresco) – Charme, leveza, frescura, rusticidade e nobreza. Tradição e inovação, modernidade e classicismo. Emoção e razão, segurança e vigor. A arte de mudar deixando tudo na mesma. Misterioso!

 

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publicado às 09:16

O que não deve fazer num restaurante

por Rui Falcão, em 20.10.11

Nove coisas que nunca se devem fazer num restaurante, é o que sugere Mikel López Iturriaga, no seu mais recente artigo no blog El Comidista. Que outras coisas não devemos fazer num restaurante?

 

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publicado às 09:10

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