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Jamie Oliver já não deve demorar

por Duarte Calvão, em 31.12.17

 

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Já tem letreiro com o nome e cartazes a solicitar contacto aos interessados em entrar para a equipa de sala (na foto). Ou seja, tudo indica que não deve demorar muito para abrir em plena praça do Príncipe Real, em Lisboa, o primeiro restaurante do célebre chefe e apresentador de televisão Jamie Oliver. Curiosamente, não se tem visto muito movimento de obras, algo estranho quando se sabe que ali funcionava uma agência bancária (como aqui mostrámos, há quase um ano) e que, portanto, a adaptação para restaurante não deva ser fácil.

 

 

 

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publicado às 15:16

Miguel Castro Silva e equipa_Lumni (1).jpg

 

Miguel Castro Silva é um dos chefes há mais anos no activo e um dos mais acarinhados no meio, o que fez com que não tivesse grande dificuldade  em se adaptar a Lisboa, quando deixou o seu Porto natal, onde se tornou conhecido pelo trabalho no seu restaurante Bull&Bear. Na capital, onde chegou em 2009, Castro Silva abriu ou foi chefe de vários espaços, a maior parte deles em parceria. Nos últimos tempos, destaca-se, sobretudo, a associação que fez com a Cerger (empresa especializada na gestão de concessões de restauração, catering e gestão de Eventos), na Cafetaria da Gulbenkian, no Less do terraço da Pollux  (no Príncipe Real a aliança é com a Gin Lovers) e mais recentemente no Mercado Café e Lumni, ambos no novo Hotel Lumiares,  junto ao Miradouro de São Pedro de Alcântara, às portas do Bairro Alto.

 

 

 

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publicado às 14:38

André Magalhães já abriu Taberna Fina

por Duarte Calvão, em 19.12.17

 

 

Finalmente, está aí, a Taberna Fina, o novo conceito que André Magalhães já abriu em pleno Largo do Camões, no Chiado, a poucos passos da sua célebre Taberna da Rua das Flores. “Estamos em soft opening durante as próximas semanas, há ainda muita coisa a afinar”, sublinha o mais famoso taberneiro de Lisboa, que ainda por cima, devido a uns problemas de saúde, vai estar ausente até ao fim do ano. Mas já se pode reservar um dos 24 lugares e apreciar um único Menu Degustação (56 euros), com três snacks, um amuse bouche, uma entrada, um peixe, uma carne, uma pré-sobremesa, uma sobremesa e petit fours:

 

 

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publicado às 19:54

O grande salto de José Avillez

por Duarte Calvão, em 18.12.17

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Para quem estudou Comunicação e Marketing – e não cozinha, como costumavam realçar os seus detractores – parece incrível, mas a verdade é que José Avillez está desde Maio com um conjunto de pratos novos e absolutamente sensacionais no Belcanto e não contava a ninguém. Mesmo eu achava que o homem andava um bocado parado naqueles pratos de sempre, que eu adoro, mas que já não combinavam com evolução natural de um cozinheiro ainda novo. Por isso, fiquei surpreendido após um almoço recente, para o qual fui convidado por um grupo de amigos, que me deu a provar o Menu Evolução do restaurante lisboeta. Surpreendido e deslumbrado. Foi um "grande salto", como o próprio Avillez considera.

 

 

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publicado às 12:14

Que se reprovem mais vinhos assim

por Miguel Pires, em 14.12.17

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Mário Sérgio Nunes, da Quinta das Bágeiras, não é o primeiro produtor a "homenagear" uma comissão vitivinícola (neste caso, a da Bairrada) por não lhe terem aprovado um vinho. As razões da reprovação não são oficialmente conhecidas, mas o chumbo faz com que o produtor não possa colocar no rótulo, nem a região, nem, por exemplo, a classificação DOC, reservada (supostamente) aos vinhos de qualidade - mas que muitos rótulos banais costumam ostentar. 

 

 

 

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publicado às 23:27

JNcQUOI_sala_1.jpg

 

Muito se tem falado do boom no imobiliário de luxo que tem trazido uma nova dinâmica a determinadas áreas centrais de Lisboa e Porto. No caso da capital, a Avenida da Liberdade há muito que era o endereço favorito de alguns dos melhores hotéis, lojas de grandes marcas e, mais recentemente, habitação (ou de investimento ligado ao sector). Não é de estranhar, por isso, que quando a Amorim Luxury decidiu abrir o JNcQUOI, o seu primeiro espaço ligado à restauração, tenha escolhido para se instalar esta zona da cidade onde já tinha algumas lojas.

 

 
 

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publicado às 22:53

Joachim Koerper fecha Eleven Rio

por Duarte Calvão, em 09.12.17

 

A crise que o Brasil atravessa e, em particular, o Rio de Janeiro, com os conhecidos problemas de segurança, são as principais razões que terão levado o chefe Joachim Koerper a dar por terminada a sua experiência carioca, encerrando o Eleven local após três anos de funcionamento, coroados com a conquista de uma estrela Michelin. “Muitos dos nossos clientes já têm até receio de sair à noite”, explicou o chefe alemão ao Mesa Marcada. “Além disso, parece-me que o tipo de cozinha que fazíamos nem sempre é bem recebida no Rio, ao contrário do que acontece, por exemplo, em São Paulo”, acrescenta. A alta renda paga pelo restaurante, localizado em plena Vieira Souto, avenida marginal de Ipanema, também não terá ajudado.

 

 

 

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publicado às 18:08

Será que podemos comer algas como os japoneses?

por Duarte Calvão, em 03.12.17

 

De há uns tempos para cá comecei a sentir uma certa repulsa por algas, hoje muito frequentes nos menus de vários restaurantes europeus mais criativos.  E comecei a pensar no assunto. Porque será que, sendo um recurso fartamente abundante e barato, nunca foi usado no receituário dos países ocidentais ao longo dos séculos e milénios? Parece que a Irlanda é a única excepção com algumas receitas, mas sabendo que foi um país que passou por graves carências alimentares – e, tratando-se de uma ilha, agravadas pelo isolamento - talvez seja essa a explicação. Pois bem, há uns meses, deparei, através da excelente página de Facebook Guitián Mayer, dos amigos Anna Mayer e Jorge Guitián, com um artigo no jornal espanhol El País, que me pareceu muito interessante, bem fundamentado e com um título -  “Non podemos comer algas como os japoneses, por saludables que parezcan” - (roubado parcialmente para este post) que imediatamente me atraiu.

 

 

 

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publicado às 14:54

Um vinhão

por Miguel Pires, em 01.12.17

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Casta de excelência da região dos Vinhos verdes, O vinhão  dá origem a tintos ligeiros e ácidos apreciados, localmente, sobretudo, no acompanhamento de pratos vigorosos como os de lampreia, por exemplo. No resto do país o seu consumo é residual e percebe-se porquê: a sua ligeireza, acidez e, às vezes, algum verdor, afastam estes vinhos do consumidor médio que prefere líquidos vínicos de fruta bem madura e sem arestas. 

 

 

 

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publicado às 16:21


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