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Leituras obrigatórias

por Duarte Calvão, em 08.08.11

Imprescindíveis, como sempre, as reflexões de Carlos Maribona, no Salsa de Chiles, neste post sobre o encerramento do El Bulli, e neste outro sobre o encerramento do Príncipe de Viana, um clássico de Madrid com muito apreciadores em Portugal. Parece que a praga da "informalidade" nos restaurantes também alastra por lá...

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publicado às 22:21


5 comentários

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De Sacoor Brother a 09.08.2011 às 11:05

Praga porquê?
Como em todos os mercados, quem manda é o consumidor. Se o o consumidor se cansou de formalidades e "mise en scènes" bacocas e começa a valorizar essa tal de informalidade, o mercado tem que se adaptar.
A refeição é e deve ser uma ocasião de comunhão, de partilha, de descontração e de diversão. E não me parece que informalidade seja sinónimo de pior cozinha.
Penso eu de que...
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De Duarte Calvão a 09.08.2011 às 12:38

Respondo aos dois com este parágrafo do post de Carlos Maribona. Ninguém, aliás, está a falar de "pior cozinha", mas sim de uma espécie de obrigatoriedade em todos serem "informais", com empregados a apresentarem-se dizendo "Olá, eu sou o João" e coisas no género. Aqui fica o destaque:
"Me decía hace unos meses Ferrán Adriá que el modelo de restaurante que hemos conocido hasta la fecha está condenado a desaparecer. Pero me resisto a creerlo. Está bien esa ola de informalidad que nos invade. Las barras, las tapas, los sitios "baratos" (ya saben que me resisto a utilizar el horrible palabro). Todo ello resulta divertido y se adapta bien a los nuevos tiempos. Pero grandes capitales como Madrid necesitan esos grandes establecimientos "burgueses" donde se cuidan al máximo los detalles, donde el servicio es impecable, y donde la cocina se mueve entre el clasicismo y la tradición. Donde la mayor "creatividad" es añadirle bogavante al bacalao ajoarriero. No podemos dejar que la crisis se lleve por delante este modelo del que Príncipe de Viana era uno de los mejores exponentes. Como lo es en Barcelona, DROLMA, cuyo cierre se anuncia también para después del verano, un tema del que ya nos ocuparemos y que representa otra triste noticia. Está bien esa informalidad de la que les hablaba, pero a todos nos gusta, de vez en cuando, darnos un homenaje en un ambiente de lujo. Defendamos este modelo."

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De Vicente Themudo de Castro a 09.08.2011 às 11:08

Duarte penso que em Espanha a informalidade não chegou, esteve sempre lá, talvez haja é cada vez mais chefes a criar espaços mais descontraidos.
Quanto ao Principe de Vinan é uma pena, pois tive o prazer de ir lá a primeira vez com um ex-embaixador, que me explicou que era uma grande escola de restauração Madrilena, alé de se comer divinalmente.
Penso que já tu e eu também referi em diversas textos que a restauração está a mudar, o que é normal, nada é estático, a tendencia natural com a crise é criar espaços mais baratos, logo mais descontraidos e simples. O caso do Miguel Castro Silva (de Castro Elias), Vitor Sobral(Tasca da esquina), Buhle, e o futuro Cantinho do Avillez, são um bom reflexo dessas tendencias.
O proprio Ferran ou os Rocca também tm espaços assim, há que ser criativo e comedido para conseguir vencer os tempos (mais) auteros que se aproximam.
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De Amtonio Moura a 10.08.2011 às 00:52

Nao me parece que a dicotomia seja entre formalidade versus barato. 
Nao faltam espaços baratos, descontraidos e simples, que não têm sucesso.
Os grandes restaurantes são grandes escolas de bem servir, Mas qualquer Escola tem que saber estar actualizada com o mundo actual, sem deixar de apostar na excelência, porque só assim garante a sua subsistência.
Com crise ou sem crise, o que irá sempre triunfar é a boa gestão.
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De Chelo Miñana a 22.08.2011 às 16:54

Muy de acuerdo con el Sr. Moura, en España incluso grandes restaurantes están sabiendo adaptarse a las nuevas formas de entender la gastronomía simplemente porque el cliente que llega a la alta gastronomía ha cambiado.

Cada vez más el "lujo" de disfrutar de un buen restaurante llega a más gente y más variada, lo bonito y lo difícil en estos momentos es dar a cada cliente un servicio que se adapte y sorprenda poniendo en valor la cocina que se ofrece.

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