Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Vão ir charters de pastéis de nata

por Miguel Pires, em 13.01.12

 

"As natas e os pastéis de Belém fazem as delicias dos turistas. (...) Será que as natas, que são um produto de excelência, serão diferentes do frango de churrasco?" pergunta o ministro numa alusão ao sucesso da cadeia Nando's fundada por um português radicado na África do Sul. "A estratégia de internacionalização não tem sido um desígnio até hoje. Pois bem meus amigos e minhas amigas, isso acabou! A partir de agora a internacionalização da economia portuguesa são o principal desígnio nacional". Portanto o nosso Álvaro da Economia descobriu a luz ao fundo do túnel na internacionalização do pastel de nata. Quer franchisá-lo, quer que haja um Mcdonald's do pastel de nata. Desculpa lá, Álvaro, mas esta tua intervenção só me faz lembrar esta outra mas com um décimo da piada. 

 

O Ministro da Economia deve saber que o pastel de nata é algo que já se encontra um pouco por todo lado e que existem alguns bons exemplos mas, sobretudo, o que se vê (o pelo menos, o que eu tenho visto) são adaptações descaracterizadas aos gostos locais. Por exemplo em Macau vende-se a cada esquina, sendo o da Lord Stows Bakery - onde tirei esta foto - o mais afamado. De aspecto e consistência até lembram os de cá (quer da massa folhada, quer do recheio). No entanto quando se prova mais parece uma quiche em massa folhada, de tão pouco doce. 

 

Leia ainda:

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:58


36 comentários

Sem imagem de perfil

De Polittikus a 13.01.2012 às 10:30

Primeiro devemos salientar, que o Ministro falou numa conferência sobre produtos portugueses, o pastel de nata foi um exemplo. Não iria falar de donuts ou de tacos.

Deveríamos observar o exemplo dos donuts, um negócio multimilionário. E se fossem pastéis de nata?

Já agora quando for à Ásia experimente os pastéis da Lillian Cake Shop em Xangai e vai ficar surpreendido com a semelhença deles com os famosos pastéis de belém... foi graças a eles que ganhou fama e já são 8 lojas em dois anos.
Sem imagem de perfil

De Hugo Mendes a 13.01.2012 às 11:08

Caro Miguel,
Não sei se percebeu, mas o seu post corrobora, precisamente aquela que me pareceu ser a intenção do ministro. Faço minhas as palavras contidas no comentário em cima excepto a prova dos pasteis em Xangai : (
Depois, parece-lhe estranho? Eu já comia hambúrguer antes do Mcdonald. E seguramente já bebia café antes do Starbucks.
È precisamente este espírito de ridicularizar sempre as ideias e não as usar como ponto de partida para as nossas próprias que nos tem dado estes brilhantes resultados. Continuemos então que, como já vimos, estamos no bom caminho.
Irrita-me profundamente quando andamos para aqui a fingir que somos burros e não entendemos o que nos dizem. É claro me refiro mais ao aproveitamento politico que a coisa teve do que propriamente ao seu post.
Ah! E já havia bolo de chocolate no mundo todo, antes de um “tonto” ter achado que tinha ali alguma coisa diferente e que valeria a pena exportar.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 13.01.2012 às 11:52

No link que deixei percebia-se que o ministro estava numa conferência de imprensa a falar sobre produtos portugueses onde, segundo se viu, tirou da cartola o pastel de nata como símbolo do novo desígnio de internacionalização do país.

O ridículo está aí. Quando se espera do ministro as grandes soluções para o crescimento económico, o Álvaro (como pediu para ser tratado), saca do pastel de nata - um conceito existente lá fora (exportado ou feito localmente) - como exemplo para a solução. Se o seu melhor exemplo é este, sinceramente, fico preocupado e desiludido porque sempre me venderam o Àlvaro como uma mente brilhante.

E já agora: que valor acrescentado traz ao país uma cadeia Natadonald's ? Além de uma associação histórica, não estou a ver muito mais.

A cadeias americanas de pizas contribuíram durante muitos anos para uma ideia errada do que era uma piza genuína, além de que à economia de Itália pouco acrescentaram. O que contribuiu para a agro-indústria italiana foi a popularização dos seus vários tipos de restaurantes (incluindo pizarias).

Aliás, este tem sido o modelo seguido também pelos nossos vizinhos espanhóis e é impressionante como apareceram bar/restaurantes de tapas um pouco por todo o mundo. Este modelo, além de 'vender' a cultura de um país, cria valor acrescentado - é que uma boa parte dos produtos utilizados não são facilmente reproduzíveis fora do país de origem.

Isto sim parece-me muito mais importante do que uma cadeia de fast -natas, cujo retorno para o país é uma associação tipo postal ilustrado e pouco mais.
Sem imagem de perfil

De joão - flavors and senses a 13.01.2012 às 12:02

Assino por baixo tudo aquilo que o Miguel disse neste último comentário.
Sem imagem de perfil

De José Tomaz de Mello Breyner a 13.01.2012 às 12:35

Miguel,

Achas que perante este video http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=O-melhor-pastel-de-nata-de-2011-foi-eleito-no-festival-Peixe-em-Lisboa.rtp&headline=20&visual=9&article=433369&tm=4 eu tenho alguma hipótese de ser contractado como consultor de internacionalização do Pastel de nata? É que ainda por cima sou um pouco ( não muito) mais barato que o Cartroga, e tenho a vantagem de não acumular com nenhum reforma.
Sem imagem de perfil

De Polittikus a 13.01.2012 às 12:36

"a cadeia de fast -natas" é uma intrepetação.

O seu argumento é o mesmo que dizer, que não se devem fazer bagels fora de Nova York.

O Ministro apenas deu um exemplo, que foi politizado e realçado a quem interessava. Pois ali discutia-se emprego e economia e não comida.

Quando Dona Antónia, conhecida como Ferreirinha "atacou" os mercados internacionais de vinho generoso, terá o Rei dito:"Que valias trará para o país a venda de vinho por esse mundo fora?" e o resto é história...
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 13.01.2012 às 13:50

Caro Polittikus , eu não lhe peço que concorde comigo, mas peço-lhe que leia bem o que escrevo.

Como é que pode concluir que o meu argumento "é o mesmo que dizer, que não se devem fazer bagels fora de Nova York", se eu refiro no texto que até existem alguns bons exemplos? (embora o que mais conheço são adaptações descaracterizadas aos gostos locais)

"Pois ali discutia-se emprego e economia e não comida".

E é de emprego e economia que eu refiro no meu comentário quando falo de valor acrescentado a propósito do exemplo espanhol. Um pastel de nata pode ser feito no estrangeiro sem que a economia portuguesa ganhe, directamente, um cêntimo - veja o exemplo que deu de Shangai ou o que eu dei de Macau. Mesmo que um empreendedor português resolvesse montar uma cadeia mundial de pastéis de nata os mesmo seriam feitos nos países locais recorrendo a produtos locais porque não há mais valia em importar produto nacional para os fazer. Pode argumentar que entrariam dinheiro dos impostos. Sim, é verdade - até a empresa ser deslocada para um outro país com um regime fiscal mais favorável.

"Quando Dona Antónia, conhecida como Ferreirinha atacou" os mercados internacionais de vinho generoso, terá o Rei dito:"Que valias trará para o país a venda de vinho por esse mundo fora?" e o resto é história..."

Mais uma vez não leu bem o que escrevi. Esse é o exemplo que eu refiro quando falo dos casos italiano e espanhol. Aí sim está-se a exportar um produto genuinamente nacional difícil de reproduzir lá fora. Está-se a criar valor para a economia nacional

Há empresas portuguesas a exportar diariamente milhares de pastéis de nata pre-feitos , que chegam ao Brasil e aos EUA com uma qualidade aceitável. Mas isso já existe!

O que o ministro da economia disse pode não ser um disparate. Mas se uma cadeia de fast-food de pasteis de nata é o melhor exemplo que tem para dar sobre a internacionalização da nossa economia, fico preocupado.
Sem imagem de perfil

De Sónia Soares a 13.01.2012 às 12:42

O pastel de nata é pequenino, mas na verdade, o donuts não é muito maior, e é um negócio multimilionário, que gera emprego e fomenta a economia.

Acho que estão a aproveitar a frase do Ministro para o "deitar" a baixo, quando deveriam defender os nossos produtos.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 13.01.2012 às 13:53

Sónia, leia bem os dois comentário que escrevi acima, sff.
Sem imagem de perfil

De Polittikus a 13.01.2012 às 15:06

Estou esclarecido...
Sem imagem de perfil

De António Moura a 13.01.2012 às 17:42

Miguel,

Não estou nada de acordo com o seu post inicial, embora aprecie o seu sentido de humor.

Julgo que uma pessoa com as sua responsabilidade de opinião deveria ter outra abertura de ideias para aquilo que o Ministro “Alvaro” nos veio dizer.

Portugal tem muitos produtos com alma, que necessitam de ser trabalhados com noções de excelência e modernidade, para que possam conquistar mercados diferentes e distantes e assim ajudar a prestigiar o “made in Portugal”.

Tradição não pode ser sinónimo de antiquado ou estático.
O mercado exige produtos com marcas modernas e criativas.

Trata-se de acrescentar valor, trata-se de dar emprego aos portugueses.
As nossas marcas têm que ganhar escala com os países que falam a nossa língua, temos que partir para os países por onde tem passado a nossa diáspora, que é quase todo o Mundo.

Pode parecer que estamos a acordar tarde, mas não é verdade.
Podemos queimar etapas e aproveitar muito de castiço e típico que a nossa alma tem, para conquistar outros mercados, usando as nossas especificidades, honrando a nossa cultura.
Mas necessitamos de viver a olhar para o amanhã.
Necessitamos de acreditar em tudo o que temos de bom e diferente.

O pastel de nata é uma bandeira que o Ministro, muito bem utilizou, mas onde se pode inclui muitos outros produtos, nomeadamente os nossos Vinhos do Porto e da Madeira, que tão pouco estão trabalhados em termos de conquistar os novos consumidores. O mesmo para o nosso peixe, os nossos queijos, a nossa gastronomia, toda nossa doçaria e outros.

Porque é que já temos tantos chefes conhecidos e os chefes pasteleiros quase ainda estão no anonimato, quando somos um país de fantástica doçaria?

Porque é que o pastel de nata é ainda tão pouco vendido em Portugal, em relação ao seu potencial? Porque é que é raro termos um restaurante que nos ofereça um pastel de nata como sobremesa?
Porque é que o pastel de nata é rigorosamente igual aos que existiam há 50 anos? Não poderiam haver outros formatos, outros recheios, outros cruzamentos, outro marketing?

Falo do pastel de nata, mas isso é válido para a maioria dos fantásticos artigos do nosso receituário.

Por isso, vejo com alguma tristeza que se tenha feita uma brincadeira à volta de um assunto tão sério como o que o ministro falou.
Sem imagem de perfil

De Sónia Soares a 14.01.2012 às 00:01

Li perfeitamente os seus comentários e mantenho que disse. Falou da opinião politica do partido não falou como critico de gastronomia....

Pasteis de nata qualqueer um faz, mas dos bons pucos o sabem fazer. Essa é a mais valia da ideia do Ministro. Segundo a sua lógica os Pastéis de Belém estariam vazios, pois qualquer um fazia pasteis. A diferenciação e a qualidade é a arma de combate...

PS - É demasiado notório o seu desagrado para com o Ministro em questão e em última instância o partidarismo.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 14.01.2012 às 01:09

Sónia,

o ministro fala de um tema que me é caro - como quem descobre a pólvora, quando ela já foi descoberta - e eu, porque sou critico gastronómico, não posso ter uma posição politica. Desculpe mas essa é uma concepção de democracia que eu não partilho.

É curioso que um dos jornalistas e bloggers mais lidos e influentes, Paulo Querido (que até concorda com a ideia) começa por escrever num post do seu blogue pauloquerido.net :

"Poderemos dizer que existe um cluster mundial do pastel de Belém prosseguido a partir da indústria pasteleira portuguesa? Não, mas a verdade é que o pastel de nata é um produto sujeito a uma internacionalização cuja dimensão o ministro Álvaro Santos Pereira desconhece — ou teria articulado o exemplo de outra forma."

Que fique claro que nada tenho contra a internacionalização do pastel de nata. Mas tenho quanto à sua descaracterização. Acha mesmo que é uma rede tipo do McDonald's do pastel de nata, mesmo que portuguesa, que vai fazer "a diferenciação e a qualidade" como "arma de combate"? Pois eu não acho e conheço vários exemplos que me fazem pensar desta maneira - da piza do Pizza Hut ao pannetone de chocolate da brasileira Bauduco .
Sem imagem de perfil

De António Moura a 14.01.2012 às 01:25

Paulo Querido?
O que é que tem a ver com o pastel de nata?
Para este blogger, não há nada que este Governo faça, que se aproveite. Sócrates é que era bom...
O Pastel de Nata tem que estar acima de política.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 14.01.2012 às 03:48

António

para responder ao seu comentário em que diz nada concordar com este meu post vou pegar nele e responder. (Não o vi refutar a minha argumentação posterior mas parto do principio que também não concorda com os meus comentários)

"Julgo que uma pessoa com as sua responsabilidade de opinião deveria ter outra abertura de ideias para aquilo que o Ministro Álvaro ” nos veio dizer."

O ministro diz que devemos internacionalizar a nossa economia exportando conceitos como o pastel de nata e que um dos exemplo a seguir devia ser o de os franchisar , o de criar uma espécie de fast-nata '.
O que é que há aqui de novo que eu não estou a ter abertura de ideias?
Desculpe mas esta intervenção do ministro faz-me lembrar aquela do professor: " a sua tese tem ideias boas e ideias originais. Pena que as ideias boas não sejam originais e que as originais não sejam boas.

"Portugal tem muitos produtos com alma, que necessitam de ser trabalhados com noções de excelência e modernidade, para que possam conquistar mercados diferentes e distantes e assim ajudar a prestigiar o made in Portugal.
Tradição não pode ser sinónimo de antiquado ou estático. O mercado exige produtos com marcas modernas e criativas."

Concordo consigo, mas desculpe bater na mesma tecla: não acho que é com uma rede tipo do McDonald's do pastel de nata, que se trabalha um produto "com excelência e modernidade".

"Trata-se de acrescentar valor, trata-se de dar emprego aos portugueses.
As nossas marcas têm que ganhar escala com os países que falam a nossa língua, temos que partir para os países por onde tem passado a nossa diáspora, que é quase todo o Mundo.
Pode parecer que estamos a acordar tarde, mas não é verdade.
Podemos queimar etapas e aproveitar muito de castiço e típico que a nossa alma tem, para conquistar outros mercados, usando as nossas especificidades, honrando a nossa cultura.
Mas necessitamos de viver a olhar para o amanhã.
Necessitamos de acreditar em tudo o que temos de bom e diferente."

Estou de acordo consigo também aqui. Como referi nos comentários acima acho que devemos apostar nos produtos com valor acrescentado. Aqueles que dificilmente se podem reproduzir lá fora com a mesma qualidade. E é por isso que tenho dúvidas no valor acrescentado de uma rede de pastéis de nata, que não necessita de nada que seja português a não ser o conceito - que nem sequer pode ser protegido (acho).

"O pastel de nata é uma bandeira que o Ministro, muito bem utilizou, mas onde se pode inclui muitos outros produtos, nomeadamente os nossos Vinhos do Porto e da Madeira, que tão pouco estão trabalhados em termos de conquistar os novos consumidores. O mesmo para o nosso peixe, os nossos queijos, a nossa gastronomia, toda nossa doçaria e outros."

Pois era isso que ele devia ter feito: falar dos tais produtos 'bandeira' de valor acrescentado. Mas não foi isso que fez.

"Porque é que já temos tantos chefes conhecidos e os chefes pasteleiros quase ainda estão no anonimato, quando somos um país de fantástica doçaria?
Porque é que o pastel de nata é ainda tão pouco vendido em Portugal, em relação ao seu potencial? Porque é que é raro termos um restaurante que nos ofereça um pastel de nata como sobremesa?"

Não tenho nada a ideia que o pastel de nata seja assim tão pouco vendido em Portugal

"Porque é que o pastel de nata é rigorosamente igual aos que existiam há 50 anos? Não poderiam haver outros formatos, outros recheios, outros cruzamentos, outro marketing?
Falo do pastel de nata, mas isso é válido para a maioria dos fantásticos artigos do nosso receituário."

Chame-me conservador, chame-me o que quiser mas acho que o pastel de nata deve ser aquilo que é e deve ser defendido como tal (apenas com alguma variação na composição dos ingredientes). Acharia uma descaracterização completa se se começasse a fazer pastéis de nata de chocolate ou de outra coisa qualquer usando o mesmo nome - já basta a alheira de bacalhau!

"Por isso, vejo com alguma tristeza que se tenha feita uma brincadeira à volta de um assunto tão sério como o que o ministro falou."

Pode-se falar de coisas sérias com humor e ironia. E, como se tem visto aqui, a partir delas, debater ideias.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 14.01.2012 às 04:06

António
não me interessa o que o Paulo Querido pensa deste ou daquele governo. Apenas o citei porque concordo com esse seu parágrafo.

Já o António acha que o pastel de nata deve estar acima da politica mas prefere 'insultá-lo' a refutar o que ele escreveu.
Sem imagem de perfil

De António Moura a 14.01.2012 às 08:35

Miguel
Penso que ficou claro que neste tema temos opiniões bastante diferentes.
Abraço amigo
Sem imagem de perfil

De António Moura a 14.01.2012 às 10:28

Miguel, por favor, não coloque na minha boca palavras ou intenções que eu não proferi.
Não gosto de insultar ninguém, até porque geralmente os insultos e a má educação fica com quem os pratica.
Tenho várias vezes debatido com o Paulo Querido noutros foruns, mas nunca sobre temas de gastronomia.

Politicamente PQ é alguém bastante alinhado com o Sócrates, mas não creio que dizer isso seja um insulto, ou acha que é?

Quanto ao seu post, estamos a falar de "pastel de nata" e de muita coisa que eu considero que pode ser feita pela nossa doçaria, como forma de promover a imagem do País.
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 15.01.2012 às 01:23

Antonio, utilizei 'insultá-lo' entre aspas.
Sem imagem de perfil

De Rui Vieira a 14.01.2012 às 13:05

Miguel Pires, adoro a como escreve e vê a gastronomia, mas como já aqui foi dito nos comentários deste post você que deveria defender a gastronomia nacional, apenas diz mal de uma ideia que a defende, porque ser do partido que é. Essa é a sensação que fica. Já agora, quem é Paulo Querido? É especialista em pasteis de nata!?
Imagem de perfil

De Miguel Pires a 15.01.2012 às 01:39

Caro Rui Vieira, essa de me acusar de ser de partido A ou B quando eu nunca aqui defendi nenhum, não pega.
De resto só pode estar a gozar quando diz que eu devia defender a gastronomia nacional quando eu não fiz outra coisa nos comentários que publiquei neste post .
Leia-os com atenção e se quiser vir aqui rebater as minhas ideias, tudo bem. Se é para fazer acusações desprovidas de sentido, não se dê ao trabalho.

Comentar post


Pág. 1/3



PUB


Os autores

Duarte Calvão (perfil)
Miguel Pires (perfil)

Porquê?

Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

PUB


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Siga-nos no facebook


Mesa Marcada no Twitter


Confira os premiados e as listas...



Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Pub





Calendário

Janeiro 2012

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031

Comentários recentes

  • Paulina Mata

    Tenho pena mas não vou poder ir. O ano passado val...

  • Duarte Calvão

    Julgo que sim. No final do post há um link que rem...

  • João Almeida

    Duarte,E quem pode participar? Porque é que é só p...

  • João Gonçalves

    Muito interessante. Reconheço que me sinto ignoran...

  • Anónimo

    Só para esclarecer que este comentário é meu. Artu...