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Dá pelo nome de Papa Figos é a mais recente aposta da Sogrape. Trata-se de um tinto do Douro produzido com as castas tradicionais da região (uvas do Douro Superior - uma boa parte da Quinta da Leda) e vem preencher uma lacuna no portfolio da Ferreirinha dado que faltava à marca um vinho na casa dos 5€/6€, ou seja, uma referência que se situasse entre o Esteva e o Vinha Grande. A colheita de 2010, que foi apresentada hoje, em Lisboa, mostra um vinho simples pronto a ser consumido e uma certa elegância muito de acordo com a tendência actual -  discreto na madeira e não muito alcoólico (13.3º).

 

E porque os olhos também comem, ou também bebem, neste caso, registe-se a o bom gosto do rótulo, com uma ilustração científica de um papa figos que, segundo a informação no contra rótulo (que para ser lida quase necessita de uma lupa), "é uma ave migratória de cores vivas e atraentes. Chega ao Douro na Primavera, quando as videiras começam a florir, e parte para o sul no fim do Verão, quando se preparam as vindimas".  Segundo me explicou Luís Sottomayor, enólogo da casa, a sua presença representa um bom presságio para as vindimas. Nada como uma boa história para ajudar a vender um vinho - e não só a amantes da ornitologia. 

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publicado às 23:56



Os autores

Duarte Calvão (perfil)
Miguel Pires (perfil)
Paulina Mata (convidada especial) Alexandra Forbes (convidada especial)

Porquê?

Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").


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