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Dá pelo nome de Papa Figos é a mais recente aposta da Sogrape. Trata-se de um tinto do Douro produzido com as castas tradicionais da região (uvas do Douro Superior - uma boa parte da Quinta da Leda) e vem preencher uma lacuna no portfolio da Ferreirinha dado que faltava à marca um vinho na casa dos 5€/6€, ou seja, uma referência que se situasse entre o Esteva e o Vinha Grande. A colheita de 2010, que foi apresentada hoje, em Lisboa, mostra um vinho simples pronto a ser consumido e uma certa elegância muito de acordo com a tendência actual - discreto na madeira e não muito alcoólico (13.3º).
E porque os olhos também comem, ou também bebem, neste caso, registe-se a o bom gosto do rótulo, com uma ilustração científica de um papa figos que, segundo a informação no contra rótulo (que para ser lida quase necessita de uma lupa), "é uma ave migratória de cores vivas e atraentes. Chega ao Douro na Primavera, quando as videiras começam a florir, e parte para o sul no fim do Verão, quando se preparam as vindimas". Segundo me explicou Luís Sottomayor, enólogo da casa, a sua presença representa um bom presságio para as vindimas. Nada como uma boa história para ajudar a vender um vinho - e não só a amantes da ornitologia.
Ainda por cima ao comprar estes produtos de excelê...
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Confesso que estou impressionado com o impacto des...
Por vezes recorre-se fora e o resultado é mau, o q...
Não tem nada que agradecer. Se fosse mau estaria a...
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Caro Bruno,Concordo com o seu comentário mas gosta...
Obrigada pelo reconhecimento!Como açoriana, sinto...
O cozido, julgo que às 4ªs, é excelente e de merec...