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Foi uma das notícias da semana que passou: Portugal viu consagrada  - juntamente com Espanha, Marrocos, Itália e Grécia, Croácia e Chipre - a candidatura da dieta mediterrânica a património imaterial da UNESCO. Um dos raros meios de comunicação social (para não dizer o único) a tratar o assunto devidamente foi o Público. Primeiro, Sérgio C Andrade deu a notícia: como tudo se passou, a importância da classificação e as suas implicações. Depois, no mesmo dia, José Augusto Moreira aprofundou o tema (as origens do termo, o estudo e o investigador norte-americano que o tornou famoso) e foi ouvir alguns especialistas da nossa praça, onde foi levantada a questão se o que realmente nos identifica é mesmo a dieta mediterrânica ou a atlântica.

 

Para concluir, já este domingo, a Alexandra Prado Coelho foi atrás de respostas para uma última questão pertinente: O que faremos agora com a dieta mediterrânica? Fala-se em inventários, planos de salvaguarda, investigação e acções pedagógicas. Em parte como um compromisso assumido pela candidatura, outra parte como um conjunto de intenções. Porém, de concreto, segundo o artigo, existe apenas um plano nacional de inventário de todo o património imaterial, a cargo da Secretaria de Estado da Cultura. Já é Algo. Contudo, o grande desafio é que o assunto se mantenha vivo e que não se apague assim que os holofotes se virarem para outro lado. 

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publicado às 00:49


5 comentários

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De Luísa Oliveira a 09.12.2013 às 13:44

Por acaso fiz um texto em maio sobre o assunto na Visão, por isso achou-se que não deveríamos voltar à baila com o tema.
Aqui vai o link, pois o texto foi recuperado e colocado em destaque, depois da notícia da semana passada:
http://visao.sapo.pt/dieta-mediterranica-e-patrimonio-imaterial-da-humanidade=f760179
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De Miguel Pires a 10.12.2013 às 01:25

Luísa, eu não questiono a qualidade do teu texto. O que refiro é que o Público tratou a questão de uma forma mais completa. Não só falou da questão da dieta mediterrânica como a questionou (a questão se é mediterrânica ou atlântica ), como foi procura de opiniões e compromissos de entidades, para o futuro, agora que houve este reconhecimento da UNESCO.
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De Baby Back Ribs a 10.12.2013 às 00:27

Miguel, o que você acha do incentivo do governo america as campanhas de comidas sem Sal, ou, saltless?


http://www.tonyromas.com.br/
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De Miguel Pires a 10.12.2013 às 01:30

As campanhas de prevenção contra os excessos têm razão de existir. Campanhas que alertem para os excessos de utilização de sal, de açúcar e de gorduras, mas também o excesso de consumo de carnes, de refrigerantes ou até dos Tea Party .
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De Baby Back Ribs a 11.12.2013 às 01:11

Com certeza, concordo. Se pensarmos bem veremos quantos alimentos nos prejudicam a saude.

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