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Um rissol de peixe no Chiado

por Duarte Calvão, em 28.05.17

 

Riss de peixe com arroz de tomate.jpg

Costumavam surgir um dia depois dos peixes assados ou cozidos, feitos com os restos. Os mais habituais na época eram de pescada ou garoupa, mas julgo que poderiam ser de qualquer peixe “branco”.  Eram frequentes em minha casa, em casa de pessoas da minha família e de muitas famílias portuguesas, encontravam-se sem dificuldades em restaurantes e pastelarias. Depois de ter vivido nove anos no Rio de Janeiro, onde só os encontrava com recheio de camarão sob o nome risole - também próximo do original francês“rissole” - quando voltei a Lisboa em 1985 já só havia de camarão e de carne. E, nos últimos anos, de leitão por tudo quanto é pastelaria e, na Casa de Pasto, de berbigão, numa óptima variação que vem do tempo em que Diogo Noronha por lá oficiava.

 

 

 

 

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publicado às 14:35

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Grande jantar em perspectiva para a próxima sexta-feira, dia 26, no Eleven. É que o chefe Joachim Koerper, a propósito deste ano Lisboa ser Capital Ibero-Americana da Cultura, vai reunir no seu restaurante estrelado da cidade um grupo de sete chefes do melhor que há, vindos de Portugal e da América Latina.

 

 

 

 

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publicado às 10:24

Queijaria muda do Chiado para o Príncipe Real

por Duarte Calvão, em 16.05.17

queijaria1.jpg

 

A Queijaria acaba de se mudar da Rua das Flores, no Chiado, onde estava há três anos, para a Rua do Monte Olivete, quase na esquina com a Rua da Escola Politécnica, no Príncipe Real (na foto), o bairro de Lisboa onde estão sempre a surgir novidades (e há muitas mais a caminho).

 

 

 

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publicado às 12:52

Notícias interessantes a Norte. Após sete anos na Casa da Calçada, em Amarante (na foto), uma estrela Michelin no restaurante Largo do Paço, cinco como subchefe, dois como chefe executivo, André Silva sai para um projecto próprio em Bragança, no restaurante Porta, com abertura prevista já para o início de Maio. Para o seu lugar vai Tiago Bonito, que até Dezembro esteve na Pousada de Lisboa e nos últimos meses no Tivoli Lisboa.

 

 

 

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publicado às 10:33

Ana Moura deixa Cave 23

por Duarte Calvão, em 30.03.17

Amanhã será o último dia de Ana Moura no Cave 23, no hotel Torel Palace, em Lisboa. Após dois anos à frente de um restaurante que deu que falar e recebeu muito boas críticas, esta jovem chefe portuguesa, cujo percurso profissional passou bastante por Espanha, incluindo uma boa experiência no lendário Arzak, em San Sebastián, não tem ainda planos definidos. Sobre as razões e o período que passou no Cave 23, Ana Moura enviou esta declaração ao Mesa Marcada, que transcrevemos na íntegra:

 

 

 

 

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publicado às 13:01

Os ídolos dos chefes de Portugal

por Duarte Calvão, em 09.03.17

Artigo publicado na edição de Novembro/Dezembro de 2015 da revista Comer. Algumas informações podem estar desactualizadas

 

 

A pergunta era simples e dispensava explicações e justificações. Quais são os seus nomes de referência na cozinha, de alguma maneira, os seus “ídolos”? Foi sobre isto que questionámos 12 chefes a trabalhar em Portugal, um pouco por todo o País, com diversos estilos culinários, de diversas gerações. Podiam dar nomes de chefes profissionais ou pessoas de família. Vivos, retirados ou mortos. Portugueses ou estrangeiros. Cozinheiros, teóricos, autores de livros, amigos, o que quisessem, valia tudo. Aqui vão as respostas, mas fique já a saber que triunfou a variedade.

 

 

 

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publicado às 13:27

O primeiro sinal foi a instalação de uma pequena coluna de som com música, algo nunca visto. Depois, eles que nunca fechavam, fizesse chuva ou sol, ficaram encerrados dois dias. Quando reabriu, perguntei o que se tinha passado e confirmaram a mudança, tinha “outra gerência”. Não só este, do Príncipe Real, mas também o do Camões (na foto, do site da Câmara Municipal de Lisboa), da Praça das Flores, do Largo de São Paulo e do Largo da Sé.

 

 

 

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publicado às 19:41

Mesa Marcada no Café Colonial

por Duarte Calvão, em 24.02.17

2pratosCC.jpg

Muito agradável o jantar que tive no domingo passado no Café Colonial, o restaurante do novo hotel Memmo Príncipe Real. Pratos de sabores nítidos e estimulantes, bem apresentados (salvo numa excepção), a preços sensatos. Serviço impecável, simpático e bem informado. Ambiente acolhedor, bem mobilado e bem iluminado, com a vantagem da vista sobre a cidade. E até gostei da música ambiente - eu que só ligo a esse aspecto quando ele me incomoda - animada e diferente, no volume certo. Por isso, vou certamente voltar a este belo espaço cuja cozinha está entregue desde a abertura a Vasco Lello, mais um discípulo de Aimé Barroyer, dos tempos em que o chefe francês oficiava no Valle-Flôr, do hotel Pestana Palace, também em Lisboa. Antes do Memmo, Vasco Lello esteve também no Flores, do Hotel Bairro Alto, onde já mostrava muito do que é capaz. Acho que agora deu um passo em frente.

 

 

 

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publicado às 14:00

Justa Rissois.jpg

 Justa Nobre, numa ocasião em que me tentou ensinar a fazer os seus esplêndidos rissóis. Não aprendi, tenho que tentar de novo, se ela tiver paciência. (Foto: Cristina Gomes)

 

O nome, “À Justa”, deixa adivinhar uma cozinha mais pessoal, mais “de autor”, mas ela não se descose e apenas adianta que será “cozinha portuguesa”. “Como sempre fiz”, sublinha. No entanto, quem conhece alguns dos seus clássicos, desde a sopa de santola ao robalo à Justa, sabe que não é bem assim, porque a nossa mais conhecida e experiente chefe de cozinha confere um toque especial àquilo que faz, apesar de quase sempre serem sabores bem reconhecíveis como portugueses. Vamos então esperar para ver o que ela nos apresentará lá para Abril quando o novo restaurante abrir na Calçada da Ajuda, 107, com os seus 38 lugares.

 

 

 

 

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publicado às 11:57

Ladurée abre loja em Lisboa

por Duarte Calvão, em 09.02.17

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Podem ser a melhor coisa do mundo, firmes por fora, suaves por dentro, de sabor equilibrado, desfazendo-se na boca como uma nuvem. Ou podem ser pesados e açucarados, pegando-se aos dentes, sem interesse nenhum. Infelizmente, desde que se tornaram moda por cá, é muito fácil encontrá-los na má versão e raríssimos na boa. Mas tudo isso vai mudar em breve, porque a lendária casa parisiense Ladurée, fundada em 1862, que tornou os macarons (na foto) famosos, vai abrir uma filial lisboeta em plena Avenida da Liberdade, para deleite de todos os gulosos (até para mim, que não sou lá muito de doces), no centro que fica mesmo ao lado do Teatro Tivoli.

 

 

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publicado às 12:46


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