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Restaurante-Avenida-0091.jpg

 

Depois do Assinatura, há mais um restaurante do segmento alto, em Lisboa, que chega ao fim, pelo menos temporariamente. Trata-se do Avenue, de Marlene Vieira (na foto, junto com o proprietário, o autor brasileiro de novelas da Globo, Aguinaldo Silva) e o motivo prende-se com o período de licença de maternidade que está actualmente a usufruir. Marlene Vieira, que foi mãe precisamente hoje, promete voltar "com toda a força" assim que se "organizar" e adianta apenas que não será na Avenida da Liberdade mas sim num novo lugar ainda a definir. 

 

 

Uns fecham, outros abrem. Antes que os arautos da desgraça se apressem a comentar que os dois recentes encerramentos (este e o do Assinatura) são a prova que não há mercado para este tipo de restaurantes, aproveito para informar que há dois novos espaços, dentro do mesmo segmento, que se preparam para abrir: o Alma, de Henrique Sá Pessoa, no Chiado, e o Loco, de Alexandre Silva, na Estrela/Lapa. Como dizia alguém, business as usual

 

 

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publicado às 23:20


1 comentário

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De Jorge Santos a 01.07.2015 às 18:50

Caros

Temos que ser todos muito claros e apresentar as coisas como elas são. Com a actual carga fiscal que os restaurantes suportam NÃO há lugar à sobrevivência dos restaurantes. E a solução fechar e voltar a abrir não é solução. Restaurantes com Chefs mais e menos criativos, propostas mais ou menos caros, o certo é que o modelo de negócio atual é inviável.

A PRO.VAR (www.provar.pt) a única Associação só de Restaurantes propõe o IVA diferenciado, ou seja manter os 23% nos produtos comercializados mas não transformados no restaurante ( tipicamente Bebidas) e baixar para 6% os transformados nos restaurantes ( as comidas ).

Esta proposta já implementada em França em 2009 pelo Governo Sarkozy resultou em (i) mais clientes nos restaurantes com consequente Aumento de Vendas (ii) mais emprego, com maior incidencia nos jovens (iii) comprovadamente mais contriuição nas contas públicas, resultante de mais IRS, menos Sub Desemprego, mais e IRC e ainda apesar de menos taxa de IVA nas comidas, mais IVA no aumento de Receitas (iv) e finalmente Restaurantes Viáveis e com capacidade de Investir.

Na 1ª acção levada a cabo pela PRO.VAR de "simular" um dia de IVA diferenciado no passado dia 18 de Junho, aderiram a esta acção mais de 100 restaurantes, entre eles Pedro Lemos, Rui Paula, grupo Cafeina, grupo bbgourmet e saiu em todos os telejornais. Na próxima acção marcada para 23 de Julho com o mesmo objetivo contamos ter muito mais restaurantes.

É urgente mudar a fiscalidade do sector. Penso sinceramente que vão continuar a anunciar mais fechos de restaurantes com Chefs muito conhecidos enquanto esta situação não mudar. E anunciar a abertura ao lado não é solução.

Abraço, Jorge Santos

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