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Havia rumores, como sempre, que desta vez é que era, que seria em Lisboa ou no Porto, tanto mais que o guia tinha concedido várias estrelas aos nossos restaurantes na sua última edição. Mas a verdade é que acaba de ser anunciado que, de novo, a cerimónia do anúncio do Guia Michelin ibérico para 2018 vai ser em Espanha, mais precisamente no luxuoso The Ritz - Carlton Abama, em Tenerife, nas Canárias (na foto), no dia 22 de Novembro. Esperemos que, pelo menos, sejam generosos na atribuição de estrelas aos portugueses.

 

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publicado às 15:42


12 comentários

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De Duartecalf a 21.07.2017 às 15:32

Sendo um guia para Portugal e Espanha, concordo que os inspectores devam ser portugueses e espanhóis, claro. Trará mais rigor às avaliações, pelo menos em tese.

Mas diz-se muito, não necessariamente o Adriano ou o Carlos Alexandre neste post, que os inspectores não conhecem a nossa cozinha e produtos e não têm os nossos hábitos. Certo.

Mas o Guia Michelin não é precisamente um Guia? Ou seja, para turistas/viajantes/visitantes? Se os inspetores, que fazem de visitar restaurantes vida, não conhecem, será o público alvo que conhece? São dúvidas, apenas.
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De Carlos Alexandre a 21.07.2017 às 17:15

Bem visto! A perspetiva do inspetor aproximar-se da do cliente visitante. É verdade que cada vez menos clientes dos estrelados morem na região e por isso não relacionam o que lhes vem à mesa com o país ou cidade, produtos e costumes. As experiências equiparam-se.

Mas, a meu ver, é irrelevante o fato de que "não conhecem a nossa cozinha e produtos e não têm os nossos hábitos". Assim, até podem evitar as más influências que podem ser o conhecer bem o país e os chefes.

Acredito que o objetivo deles é avaliar em termos absolutos em vez de termos relativos. E esse desconhecimento pode até ser bom, nesse sentido.

Mas adianto um fato perturbante.
Em França, país berço do guia, de que todos os inspetores conhecem a cozinha, os produtos e hábitos, foi onde ocorreram algumas das piores experiências que tive em restaurantes estrelados.

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De Adriano a 21.07.2017 às 21:31

Não percebo bem a penúltima frase do Duarte, mas parece-me que para se fazer um guia (roteiro) tem de se conhecer o terreno.
Para se conhecer o terreno é preciso conhecer a língua, os costumes a "cultura".
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De Duartecalf a 24.07.2017 às 16:13

Tem razão Adriano. O que eu queria dizer é que o guia não é feito para portugueses nem para quem conhece os nossos hábitos. Claro que quem o escreve, ou melhor, quem avalia os restaurantes, quanto mais conhecer melhor.
O que não creio - mas o meu conhecimento é limitado, sobretudo em Espanha - é que esse eventual desconhecimento tenha como consequência menos estrelas.

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