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No mesmo espírito que o levou a considerar a exportação do pastel de nata como um desígnio nacional, o Ministro da Economia, Álvaro Pereira, pretende agora pegar no conceito da francesinha e exportá-lo. No entanto quer mudar-lhe o nome para Portuguesinha. Parece que um assessor lembrou-o de que a popular iguaria nortenha era uma inspiração na tosta francesa, Croque-monsieur. Contudo isso não demoveu o Ministro. Segundo informações a que o Mesa Marcada teve acesso, o Ministro ripostou, com o seu tom de voz inspirador, que "até é capaz de ser verdade mas que a nossa versão é mais rica e por isso já é mais nossa do que a deles". Sendo assim, continuou que não deveríamos estar a promover o nome gaulês "mas sim o nosso", para concluir com um argumento arrasador: "se na altura da Guerra do Golfo os americanos mudaram o nome das french fries para freedom fries faz todo o sentido que nós façamos o mesmo". O Ministro propõe ainda que a receita seja aligeirada e melhorada por questões de imagem e de saúde. Segundo uma fonte do Ministério já foi feita a encomenda, a conhecido Chef português, por ajuste directo, de uma versão "com gamba de Espinho incrementada, ovo quase biológico e em que o molho não ultrapasse os 600 ml" 

 

proposta de portuguesinha encomendada pelo Ministro Álvaro Pereira 

 

Ao que parece, a norte, a ideia não está a ser muito bem recebida. "Era só o que faltava. Então agora que eu comecei a vender francesinhas vem este ministro estrangeirado querer alterar-lhe o nome? nós cá em cima não vamos tolerar tal coisa" referiu-nos um Chef do Porto que não se quis identificar mas que tem um restaurante no último andar num prédio de habitação na Cedofeita e que deixou o seu grito de alerta dado a conhecer na última entrega de prémios da Revista de Vinhos: "Pooooooortooooo!". Outra voz discordante do norte, que também preferiu não se identificar (mas cujo o nome vem de Serra e acaba em "ão") e que agora é critico gastronómico, comentou-nos o caso: "isso é mais uma tentativa para dar o campeonato ao Benfica! Mas o norte não ide ceder nessa trambóia!"

 

Mas o Ministro parece determinado e consta que já contactou o seu amigo Nando para criar um 'corner' na sua popular cadeia de chicken piri-piri, Nando's. O Mesa Marcada questionou o responsável da cadeia de fast food de inspiração lusa, que foi muito breve na resposta: "Minister who? portug... what? No comments". 

 

Ficamos a aguardar o desenvolvimento dos acontecimentos. Esperamos que seja antes da resolução do campeonato para que não existam segundas leituras quanto às intenções.

 

Nota de 2 de Abril: como muitos deram conta esta noticia foi o nosso contributo habitual (como no passado, aqui e aqui) para o dia das mentiras. No entanto, como alguém me disse: "mais camarão incrementado, menos camarão incrementado é mentira mas podia ser verdade". Quanto ao post da Paulina (abaixo) só mesmo ela poderá confirmar...

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publicado às 12:46

Pub Gratis (Foram-se os anéis... )

por Miguel Pires, em 28.03.12

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publicado às 11:01

Mesa Marcada Auórds: missão cumprida.

por Miguel Pires, em 29.02.12

Um ano e picos após o memorável almoço das 'langues de canard à la chinoise', no Hong Kong Grande Palácio, coube desta vez ao Kiss The Cook receber a Cerimónia dos Preferidos de 2011 do Mesa Marcada, o único evento de entrega de prémios em Portugal que não entrega prémios e onde o número de representantes da organização é igual ao número de convidados. Além da prata da casa, marcaram presença Leonel Pereira (chefe e restaurante preferido do ano - Restaurante Panorama), Vincent Farges (chefe e restaurante preferido do ano - Fortaleza do Guincho) e Dirk Niepoort (enólogo do ano e a quem coube, também, representar Luís Cerdeira, produtor preferido do ano - Soalheiro). Estiveram ausentes (além de Luis Cerdeira), a nossa Paulina Mata, que enviou um telegrama esferificado a justificar a ausência e a ministra Assunção Cristas, porque não lhe abri a porta (talvez porque não fosse ela). Em sua substituição esteve Sandra Ribeiro, a alma santa que nos recebeu no seu espaço da Lx Factory, um pargo ilegitimo (com o semi-patrocinio da Açucena Veloso), alguns berbigões - e primos lá do mar - , dois carapaus, 2 peitos de pato e um sorbet de chocolate da Corallo e uns refrescos engarrafados.  

 

 Vincent Farges, novo nestas coisas; Leonel Pereira, batido nestas coisas; Duarte Calvão, nestas coisas e Rui Falcão, a beber nestas coisas 

 

 A entrada: duo de tártaro de carapau e pargo com coisas que se agarravam aos dedos (baby nabos, rabanetes, cebolinha, chalota em rama, rábano rosa e mais uns perlimpimpins que o nabo de barba trouxe de casa)

 

 Desde à actuação de Jean Michel Jarre em Beirute Ocidental que não se via ninguém a tocar precursão desta maneira

 

 "Está, é da Telepizza?"

 

  "Deixa cá dar um trago para ajudar a empurrar"; "olha eu vou desembaciar os óculos para ver melhor a coisa"

 

"hum... não sei se como isto. O que vale é que o gengibre é atisséptico e o champanhe não é nada mau"

 

 "estou-me a rir mas se esta mer... salpicar o meu cachecol de griffe, estes gajos estão bem lixados"

 

"Epá isto é muita giro"

 

 "Oh Vincent mas deixa-me lá ir fazer um estágio ao Guincho..."

"Tu, que não consegues cortar 3 pedaços de legumes iguais com 1 milímetro?!! Jamais!"

 

"E se eu apanho os gajos da michelin, vão ver como é que é um ex-fuzileiro!"

" Por acaso já experimentaste trocar os Pirelli do teu carro por uns Michelin?"

 

"hum... não sei se este refresco escorrega assim tão bem"; "Michelin, pffff"

 

"deixa cá fazer qualquer coisa que estes gaijos do sul não percebem nada disto"

 

"epá essa dos pneus se calhar não é má ideia"

"não é para me gabar mas isto está mesmo bom"

 

E estava. Grande Chef Dirk! lombo de pargo escalfado, berbigões escalfados e ouriços dos mar

 

Oh não, o gaijo outra vez...pato fumado em quê?!

 

hum... pas mal, pas mal

 

Sorbet de chocolate da Corallo, azeite, flor de sal e pimenta rosa. Aprovado (excepto por monsieur Farges que não aprecia nada pimenta rosa). 

 

 Refrescos engarrafados. Pas mal, pas mal...

 

 

 

 No final já na presença de Master Rodrigo e do cachimbo de Magritte

 

Thks! Para o ano há mais.

 

Se Leonel Pereira e Dirk Niepoort voltarem a ganhar receberão a Batata Quente Dourada e o Saca-me a Rolha de Ouro, os prémios instituidos pela gerência para os vencedores de 3 edições seguidas dos Preferidos do Ano do Mesa Marcada. 

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publicado às 01:57

Este post pode parecer uma tentativa desesperada de atrair leitores de blogs de culinária como aqueles que nos estão a dar dez a zero na votação dos blogs do ano. Para esses tenho outro trunfo, que deixo para mais tarde: uma receita da Bimby.

 

Por agora deixo uma receita, quiçá, com potencial para ser exportada à boleia do novo desígnio de internacionalização de Portugal. Ainda não estou certo quanto ao nome. Se será "Default Salad" (o inglês ajuda a vender lá fora, não é?), ou se opto por algo em português que fique no ouvido (e os bifes se quiserem que traduzam). Por exemplo: "Salada FMIscas com elas com iogurte grego e cerveja Guinness". 

 

 

A coisa começou com umas iscas de vitela bio que comprei, aqui bem perto de casa, na Miosótis. Com elas vieram outras "elas", umas batatas novas (ou com ar disso), também biológicas. Como 400 gramas de iscas é muito fígado para o estômago de um homem só, deixei metade para o dia seguinte tal como umas rodelas de batata cozidas, cortadas grosseiramente, que sobraram. Então a receita começa assim:

 

Abra uma Guinness e dê dois goles. Depois prepare o molho de iogurte grego (a nacionalidade não é um pormenor: trata-se de um iogurte mais cremoso - ok e normalmente mais gordo) juntando azeite a gosto, salsa e meio dente de alho picado finamente (a ideia é que dê sabor mas que não tome conta de tudo). Espalhe o molho por cima das batatas cozidas (frias) e reserve.

 

Como as iscas eram de qualidade temperei-as apenas com sal marinho antes de as levar à grelha, onde as deixei marcadas para a vida de um lado e de outro. Quando o interior se aproximou dos 60ºC, sinal que o adquiriu um tom rosado, tirei-as do lume e deixei-as arrefecer. Dei mais dois golos na Guinness e cortei-as em tiras.

 

Entretanto espreitei no frigorífico para ver o que havia e encontrei alface carneirinha (canónigos) e endívias. Juntei-as num prato fundo, adicionei as batatas com molho de iogurte e, por cima, as tiras de iscas grelhadas e outra uma colherada de molho. Tinha um pão de millet com sementes de papoila que vi esfarelar-se bem, em virtude de já ter uns dias. Fritei ligeiramente esse farelo com um pouco de azeite até ganhar uma textura crocante, deixei arrefecer ligeiramente e deitei por cima. O resultado foi uma agradável e consistente salada com sabores frescos e envolventes e texturas contrastantes. 

 

(Nota os 60ºC foi mais ou menos coincidência. A sua alusão é só para dar um ar mais 'pro', ou a armar ao pingarelho, se quiserem. No fundo é uma forma de dizer: já que nunca teremos tantos votos como os blogues de receitas ao menos damos um ar de importantes :) 

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publicado às 08:05

Vão ir charters de pastéis de nata

por Miguel Pires, em 13.01.12

 

"As natas e os pastéis de Belém fazem as delicias dos turistas. (...) Será que as natas, que são um produto de excelência, serão diferentes do frango de churrasco?" pergunta o ministro numa alusão ao sucesso da cadeia Nando's fundada por um português radicado na África do Sul. "A estratégia de internacionalização não tem sido um desígnio até hoje. Pois bem meus amigos e minhas amigas, isso acabou! A partir de agora a internacionalização da economia portuguesa são o principal desígnio nacional". Portanto o nosso Álvaro da Economia descobriu a luz ao fundo do túnel na internacionalização do pastel de nata. Quer franchisá-lo, quer que haja um Mcdonald's do pastel de nata. Desculpa lá, Álvaro, mas esta tua intervenção só me faz lembrar esta outra mas com um décimo da piada. 

 

O Ministro da Economia deve saber que o pastel de nata é algo que já se encontra um pouco por todo lado e que existem alguns bons exemplos mas, sobretudo, o que se vê (o pelo menos, o que eu tenho visto) são adaptações descaracterizadas aos gostos locais. Por exemplo em Macau vende-se a cada esquina, sendo o da Lord Stows Bakery - onde tirei esta foto - o mais afamado. De aspecto e consistência até lembram os de cá (quer da massa folhada, quer do recheio). No entanto quando se prova mais parece uma quiche em massa folhada, de tão pouco doce. 

 

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publicado às 00:58

Hurry Up, Cover me!

por Miguel Pires, em 22.12.11

 

O Cover Junkie é um site que reúne e publica as melhores capas de revistas que vão sendo editadas pelo mundo. Chegados ao final do ano este prestigiado site submete à apreciação dos seus leitores 'as melhores das melhores', com o intuito de eleger a capa mais criativa do ano. Entre as 50 finalistas estão duas capas da Up, a revista de bordo da Tap. O que é que isto tem a ver comida? Muito. Em primeiro lugar, porque tenho o privilégio e o prazer de colaborar nesta equipa fazendo todos os meses as páginas gourmet. Em segundo lugar, porque... olhem lá para a capa da esquerda e digam-me se não tem muito a ver com comida.

 

Parabéns à Paula Ribeiro e à Patrícia Brito; ao Vasco Colombo e à Raquel Porto (+ Designers); e, também, claro, à restante equipa.

 

Já agora quem quiser votar pode fazê-lo aqui

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publicado às 17:12

Os números bombásticos da AHRESP

por Miguel Pires, em 17.12.11

  

Sempre que a AHRESP  (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) dispara uma bojarda, os jornais fazem notícias e dão destaques de capa. Percebe-se que o objectivos da AHRESP em lançar números bombásticos seja o de alertarem a opinião pública e pressionarem os governos a tomarem medidas que beneficiem (ou que não penalizem) o sector.

 

No entanto o resultado  não tem dado grandes frutos: O Iva nos serviços de hotelaria, restauração e bebidas não baixou quando  anunciaram que em 2009 encerraram mais de 10 mil empresas do sector, tal como agora não deixa de aumentar (13 para 23 por cento) quando declararam recentemente que tal medida levará ao encerramento de 21.000 empresa em 2011.  

 

Em geral não discordo do diagnóstico, nem dos curativos sugeridos, nem de algumas afirmações mais fortes (como a da equiparação do IVA de uma sopa à de uma jóia). Já tenho dúvidas quanto aos números sensacionalistas que são disparados e cuja revelação da fonte nunca encontro, tal como o que representam face a anos anteriores. O mais impressionante é que vários os jornais que publicam a notícia (às vezes em capa) demitem-se de cumprir uma regra elementar: a confirmação e interpretação desses números. 

 

No entanto, ontem, segundo uma notícia do Público online, "dados do Instituto Informador Comercial mostram que, no primeiro semestre deste ano, o sector já assistiu a 216 casos de insolvência, o que significou uma subida de praticamente 40% face a 2010. O aumento ainda é maior (cerca de 50%) quando comparado com as 145 falências judiciais registadas em 2009". Os números não deixam de ser preocupantes. Ainda assim, as diferenças entre estes dados de insolvências e os de encerramentos anunciados pela AHRESP são abismais. É verdade que muitos (ou até mesmo a maioria) dos estabelecimentos que encerram não o fazem por insolvência, mas seria interessante que a AHRESP divulgasse um quadro evolutivo sobre os números que possui. Por exemplo: o número de encerramento vs abertura de restaurantes e o números de postos de trabalho criados vs destruídos nos últimos 10 anos). Deveria fazê-lo não só por uma questão de transparência, mas também de credibilidade.

 

Na foto: José Manuel Esteves, O secretário-geral da AHRESP 

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publicado às 11:52

Pub (quase) Grátis. E ultraperiférica.

por Miguel Pires, em 16.11.11

Não rima com Alberto João mas em compensação é "saborosa e de fácil digestão", refere o press release sobre a campanha que a marca Banana da Madeira lança este mês.  “Este é um conceito forte e foneticamente apelativo (fica no ouvido), que gera curiosidade à volta das propriedades e valores desta banana na medida em que todas as peças de comunicação se focam no que a Banana da Madeira tem de especial.”, explica Jorge Dias, Director-Geral da GESBA / Banana da Madeira, no comunicado. 

 

 


Cientes de que um investimento como este em relação à Madeira é um assunto  sensível no continente, o comunicado presta-se a esclarecer o âmbito da campanha, num tom, diria eu, de complexidade multivitaminado:

 

Em resposta ao concurso público n.º1 GESBA/2011 para a aquisição de bens e serviços para a execução do projecto de promoção e informação do símbolo gráfico das Regiões Ultraperiféricas (RUP) associado à Banana da Madeira, a equipa da Brandia Central desenvolveu um projecto sólido e adequado ao caderno de encargos, tendo como principal objectivo optimizar os recursos disponíveis.”, acrescenta um responsável da agência responsável pelo projecto.

 

Este é um projecto transnacional, que envolve, além da GESBA, a ASPROCAN e UGBPAN, com o objectivo de promover, no âmbito do projecto de divulgação e Informação do símbolo gráfico das Regiões Ultraperiféricas (RUP), as bananas produzidas nas regiões ultraperiféricas de Portugal (Madeira), Espanha (Canárias) e França (Guadalupe e Martinica)”, refere por último Jorge Dias, Director-Geral da GESBA / Banana da Madeira.

 

Hã?! ASPROquê? UGBquê? sinto-me um bocado banana. Importa-se de repetir?

 

P.S. Coincidência ou não, o comunicado é emitido sensivelmente à mesma hora em que 'amigo' cubano, Vítor Gaspar, anunciava em conferência de imprensa, a meias com os membros da troika, que Portugal acabara de assegurar a terceira tranche do empréstimo Eurogrupo/FMI, no valor de 8 mil milhões de euros.  

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publicado às 16:34

Pub Grátis (belo pacote. Ou será decote?)

por Miguel Pires, em 24.10.11

O meu dinamarquês não é suficiente para perceber os ingredientes mas parecem ser bolas de mistura mais macias do que os calhaus de destruição maciça que apanhei hoje num voo da Lufthansa. 

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publicado às 22:50

O que não deve fazer num restaurante

por Rui Falcão, em 20.10.11

Nove coisas que nunca se devem fazer num restaurante, é o que sugere Mikel López Iturriaga, no seu mais recente artigo no blog El Comidista. Que outras coisas não devemos fazer num restaurante?

 

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publicado às 09:10


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Porquê?

Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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