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Vamos deixar-nos  de ‘aloas’ ao Verão porque sempre que o fazemos, o Pedro, o santo lá de cima, troca-nos as voltas. Assim sendo fica apenas a sugestão de uma ida até ao Meco onde, à entrada da aldeia, encontra-se o Celmar (também conhecido pelo nome do proprietário, Mário Rui) o meu restaurante favorito por estas paragens. Não é pelo peixe grelhado, ou pelo marisco, ou pelas saladinhas disto e daquilo que o Mário Rui se distingue dos seus congéneres. É nos pratos mais substanciais e em alguns produtos que vêm da lagoa de Albufeira, ali mesmo ao lado, que me leva a preferi-lo, como é o caso das ostras e das ameijoas. Nos pratos a sério destaco a raia alhada, o arroz de marisco e os linguados fritos com arroz de tomate. Para os adeptos do peixe grelhado, costuma haver bom robalo, sargo, pregado e linguado, tudo do mar, como seria de esperar.

 

Nos vinhos o Rui Falcão sugere o Muralhas 2009, “um dos refúgios seguros na restauração, campeão da sempre difícil relação qualidade/preço. De notas aromáticas muito perfumadas e um leve toque tropical, consegue reunir com convicção as boas qualidades do Alvarinho e Trajadura. A boca é redonda, sem asperezas, com uma acidez bem integrada, frescura e vivacidade. Irresistível, a acompanhar peixe e marisco.”

 

Contacto: Restaurante Celmar. Rua Central do Meco - Aldeia do Meco, Sesimbra, Portugal. Tel: 212 683 704

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publicado às 12:11

 

A notícia chegou ontem, via facebook: “Um Atum com 30 Kg! Vamos começar a prepará-lo! Venha hoje à Tasca e prove-o com batata doce gengibre e coentros, salteado com orégãos ou com creme de ervilhas e hortelã”.

Ainda que um atum de 30kg me pareça um lingrinhas quando comparado com este, não deixa de ser um bom mote para a sugestão deste fim de semana*. A Tasca da Esquina foi o espaço criado, no ano passado, por Vítor Sobral e a sua fiel equipa para darem azo à sua veia petisqueira ‘with a little twist’. Para alem destes pratos de atum, que fizeram sucesso no recente Peixe em Lisboa, encontrará ainda umas duas boas dezenas de propostas que vão da farinheira com favas, aos fígados de aves de escabeche com pêra, às moelas fritas com maçã passando pelo o bife à casa, a raia cozida em azeite, já para não falar dos queijos, enchidos e das farófias de sobremesa.

 

Nos vinhos a recomendação do Rui Falcão... “Para atacar a doçura das batatas e do creme de ervilhas, e para suportar a pujança do atum, caso haja, nada como o Madrigal 2008, um branco delicado e elegante mas poderoso, repleto de alperce seco, pêssego e pétalas de rosa. É um branco simultaneamente sedutor e viril, harmonioso, alimentando-se de detalhes e pequenas subtilezas, dos rendilhados e nuances aromáticas. Imponente e impressionante para um vinho extreme de Viognier, termina sedutor e longo, batendo-se de caras com o atum.”


 

Contactos: Tasca da Esquina, Rua Domingos Sequeira 41C, Campo de Ourique, Lisboa

T. 210 993 939

 

* A sugestão é válida só para hoje e amanhã dado que o restaurante fecha Domingo durante todo dia.

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publicado às 12:43

 

 

O restaurante que sugerimos para este fim de semana, o Ribamar, em Sesimbra, comemora este ano o seu 60º aniversário e já vai na 3ª geração, um feito que muito poucas empresas familiares se podem orgulhar. Mas o que nos agrada constatar é que esse sucesso não é fruto do conforto mediano de servir 'mais do mesmo', mas sim de uma evolução que respeita os clássicos, sem receios de navegar por mares contemporâneos mais ousados. O Ribamar podia ser só um bom restaurante de peixe grelhado e mariscos o que já faria dele um dos melhores da região. Mas não é, felizmente, e a 'opção' de ser um dos melhores do país assenta-lhe bem. Prove-se a sopa rica de peixe, o polvo assado, ou o duo de vieiras e lavagante. Mas se quiser algo mais ousado ligue de véspera e desafie o Helder Chagas a fazer-lhe um menu de degustação. Pode ser que tenha a mesma sorte que tive, ontem, no almoço de comemoração do aniversário, e lhe 'caia' na mesa um carpaccio de lavagante e gamba branca com creme de amêndoa e azeite de ouriços do mar (na foto); um lombo de imperador em policromia aveludada de legumes, ou um 'filet' de salmonete braseado com creme de couve flor e salada de algas, só para enumerar algumas das possibilidades. Isto para não falar do puff de especiarias ou do mil folhas com gelado de maracujá, de sobremesa.

 

Em termos de vinhos também sairá certamente bem servido dado que o Ribamar tem uma boa garrafeira e trata bem do vinho. Acompanhe-se a refeição, por exemplo (e caso haja), com o Ensaios FP 3b 2008, de Filipa Pato. Segundo Rui Falcão, no seu Guia de Vinhos 2010, trata-se de um espumante, "frutado e apelativo, guloso e seco (...), perfeito para acompanhar uma refeição do primeiro ao ultimo prato".

 

Ribamar: Avenida dos Náufragos, 29, Sesimbra ; Tel: 212 234 853 ; www.ribamar.com.pt

 

(Foto: Oje/Epicur (fachada) ; Miguel Pires (carpaccio de lavagante e gamba branca)

 

 

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publicado às 11:29

 

Com a aproximação ao Verão há quem comece a suspirar por uma boa sopa de tomate de época (bom, pelo menos eu começo). Sempre que me lembro dela (da sopa...) sou automaticamente transportado para o Chana, na Serra da Ossa, quase a chegar ao Redondo. Mesmo ainda fora de época o Sr. Bernardino recorre a outros expeditos para a apresentar à sua mesa. E não desconfie. Já a comi em Dezembro, paguei e não só não reclamei, como fiquei a chorar por mais. Dizem-me que há mais assim noutros restaurantes do Alentejo. É capaz de ser verdade, mas insisto nesta: untuosa, baixa acidez e enriquecida com lombo e entrecosto de porco, chouriço, farinheira, ovo escalfado e um pedaço de bacalhau. Consta que foi após a ter comido ali que a brasileira Rita Lee trauteou pela 1ªvez, “Mania de Você (“meu bem você me dá... água na boca”). Bom, provavelmente ela nem nunca lá esteve, mas se isso acontecer não irá deixar de ‘picar’ certamente um pratinho de pimentos assados, o fígado de coentrada ou a farinheira grelhada, já para não falar no entrecosto com migas ou de uma sericaia no final.

 

Quanto ao vinho fica a sugestão do Rui Falcão: “O vinho que proponho é o Quinta da Viçosa TM 2005, do João Portugal Ramos, um vinho grave e denso, compacto na fruta madura mas suficientemente austero para sugerir sapiência e seriedade. Carnudo, entroncado e duro nos taninos, musculado, é um tinto de barba rija, um vinho enorme na amplitude e volume, fresco, poderoso e longo no final de boca. Deve ser bebido fresco. Para uma escolha mais sensata no preço, e para acompanhar a sopa de tomate, o Monte da Penha Montefino Reserva 2005, de perfil saudavelmente rústico, funciona na perfeição, com uma delicadeza e autenticidade capazes de conquistar os corações mais empedernidos. Apesar do estilo desconcertante, torna-se fácil gostar deste Montefino, perfeito para a mesa, incrivelmente fresco, genuinamente cativante.”

 

 

Contactos: Restaurante O Chana, Aldeia da Serra D’Ossa, Redondo ; Telefone: 266 909 414 ; (Foto: Sábado)

 

P.S.1. a Rita Lee é vegetariana? Hum... acreditem, já vi vegetarianos saírem carnívoros depois de uma ida ao Chana.

P.S.2. Normalmente est nossa sugestão só contempla um vinho. No entanto, tal como a Rita Lee também o Rui Falcão ficou desorientado e propôs dois. Compreende-se :)

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publicado às 11:55

 

 

Não parece que neste fim de semana o tempo vá estar muito convidativo para praia, o que não quer dizer que não se esteja bem numa esplanada. E porque não a do Pinóquio? Está longe de ter a melhor de Lisboa, mas o bife do lombo à pica-pau continua um must, com os pequenos nacos de carne, bem tratados (i.e: mal passados) na frigideira, na presença de alho e louro. A acompanhar, há daquelas batatas fritas às rodelas, estaladiças e normalmente bem enxutas da fritura. Mas antes do pica pau sugeria ainda umas gambas da costa, polvilhadas de sal grosso. O sal traz sede e a sede pede umas imperiais, ou talvez um branco, ou mesmo um rosé, como este (caso haja) Quinta das Giestas altamente recomendado aqui pelo Rui Falcão.

 

Nota: é melhor lá ir no sábado. É que no domingo o Sporting pode não se qualificar para a UEFA e se isso acontecer é provável que por lá se ande um pouco cabisbaixo. Foto: 'emprestada' daqui

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publicado às 13:23

O tempo começa a aquecer e embora uma ou outra nuvem invejosa queira dar nas vistas, nada como iniciar os treinos de uma esplanada à beira mar, no interior de uma cervejaria/marisqueira. Por isso sugerimos para este fim de semana um salto ao Ramiro, na Av. Almirante Reis, em Lisboa. Comece, por exemplo, por umas amêijoas à Bulhão Pato, que são “das boas”; passe aos percebes ou peça uma sapateira, com um pouco de mostarda e pickles no recheio. Se estiver num daqueles momentos em que dias não são dias aponte para uns lagostins cozidos ou uns lavagantes grelhados. Se a carteira não estiver tão recheada opte antes por umas gambas a la guillo, de tamanho médio e molho de deixar cair o pão.

O que é obrigatório, no final, para rematar, é o prego do lombo no pão. Mal passado, coberto de alho e uma bisnagadela de condimento de mostarda Paladin. Um must!

 

Para acompanhar, em alternativa à imperial, um Verde da casta Alvarinho vai sempre (muito) bem. O Ramiro não se distingue propriamente pela sua excelência nos vinhos, pelo que há falta de melhor (o Palácio da Brejoeira, infelizmente, não conta), um Solar de Serrade é uma escolha a bom preço. Mas o que gostaríamos mesmo de poder desfrutar lá era de um Soalheiro 2008, que segundo a nota de prova do Rui Falcão, no seu Guia de Vinhos 2010, é um vinho “vincadamente tropical, expressivo, efusivo. É um Alvarinho exuberante e entusiasta, um vinho de pura sedução”.

 

Cervejaria Ramiro: Av. Almirante Reis, nº1 , Lisboa ; Telefone: 21 885 10 24 (www.cervejariaramiro.pt/). Fecha à 2ªF. Ver como chegar aqui

 

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publicado às 13:01

A pedido de muitas famílias, algumas delas insistentes, aventuro-me hoje numa área onde habitualmente me sinto menos confortável, na recomendação de restaurantes. Este será, porém, uma excepção, por representar a gastronomia de um país que me é muito querido, a Grécia, país recorrentemente esquecido quando pretendemos retratar a gastronomia mediterrânica. Infelizmente, não abundam as opções para poder provar a gastronomia grega em Lisboa, pouco existindo para além da verdadeira catedral da gastronomia helénica que é o restaurante Ilhas Gregas no Estoril, mesmo junto à Marginal.

As opções, todas autênticas, são várias, apostando sobretudo na representação da cozinha do norte da Grécia, da região da Macedónia, local de origem do proprietário Filipos Gavrilidis. Numa primeira visita, recomendo que comece por se entreter com uma pikilia, um misto das entradas mais representativas da casa, oferecendo sabores tão díspares como taramosalata (pasta ovas de peixe), torosalata (pasta de queijo), malaguetas verdes em conserva, azeitonas e as inevitáveis dalmadakia, as folhas tenras de videira recheadas com arroz. Como prato principal, a moussaka parece-me a escolha mais fácil e intuitiva para uma primeira abordagem, oferecendo um prato muito semelhante à lasagna mas intervalada por fatias de beringela a fazer o papel da massa. Se quiser ser mais aventureiro, escolha o papoutzaki, uma beringela recheada com carne picada e molho bechamel tradicional da cozinha grega. Para acompanhar a refeição, escolha o branco Asyrtiko de Santorini, uma revelação segura que o irá seguramente converter em mais um dos fiéis seguidores dos vinhos gregos.

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publicado às 10:44

 

 

A título excepcional a sugestão que deixo para este fim de semana não é a um restaurante mas sim a um evento que reúne alguns dos melhores restaurantes alfacinhas. Refiro-me ao ‘Peixe em Lisboa’ que tem inicio amanhã no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações. Entre as várias actividades que poderá usufruir o visitante terá como um dos principais atractivos o facto de poder degustar, por exemplo, nos stands de todos os restaurantes da grande Lisboa que têm estrela Michelin (Eleven, Tavares, Fortaleza do Guincho); os mariscos da cervejaria Ramiro, o salmonete com o molho dos seus fígados, do Ribamar; os petiscos da Tasca da Esquina; ou a sopa de santola da Justa Nobre, só para dar alguns exemplos.

 

 

 

Trilogia de tapas do mar uma das propostas de José Avillez (Tavares e JA) que vai poder ser degustada no 'Peixe em Lisboa'

 

 

Os vinhos com que se poderá acompanhar esta viagem de sabores ligados ao mar são da José Maria da Fonseca e entre eles sugiro, para o final da refeição, o Colecção Privada DSF Moscatel Roxo 98. Sobre este vinho generoso o Rui Falcão escreveu, no seu Guia de Vinhos 2010: “ cor ambarina carregada. Generoso no mel, nos frutos citrinos, na casca de laranja cristalizada, no figo e na amêndoa torrada. Apesar da opulência aromática, consegue manter uma frescura e jovialidade contagiantes.”

 

(ver detalhe sobre a lista dos restaurantes presentes e sobre a programação do Peixe em Lisboa, aqui)

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publicado às 11:11

 

 

 

Fim de semana de Páscoa com muita gente em trânsito, uma sugestão em Évora, cidade de forte tradição gastronómica. Esqueça desta vez o Fialho, a Tasquinha do Oliveira e outros clássicos da cidade (ou da região) onde se continua a dominar a arte de bem fazer e bem servir. Propomos-lhe antes o Sabores do Alentejo, um restaurante de ambiente mais requintado e sossegado onde os produtos e princípios da gastronomia tradicional são valorizados e apresentados de uma forma menos óbvia, sob o comando e talento do Chefe António Nobre. Recomendo a polvo salteado em azeite e alho, tomate assado com orégãos e batata nova, ou o cachaço de porco - que fica noite e dia a cozer lentamente, a baixas temperaturas, para que a carne suculenta se possa  desfazer na boca por entre uma garfada de migas de espargos). Para terminar, há uma tarte de feijão branco com laranjas da Vidigueira.

 

Com o Rui Falcão também em viagem recorro ao seu Guia de Vinhos 2010, donde retirei a nota de prova do blog 2006 (já que estamos num), um vinho que acompanhará bem um prato com alguma gordura como o do cachaço de porco: “(...) tinto de corpo avantajado e estrutura firme, porte atlético, taninos austeros e fruta sóbria (...). Austero mas elegante, poderoso mas supinamente equilibrado, fresco e revigorante, termina longo e sereno, amplo e profundo”

 

Hotel M’Ar de Ar Muralhas (antigo Hotel da Cartuxa), Travessa da Palmeira 4/6 - Évora ; Telef: 266739300

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publicado às 13:26

Vamos esperar que o Inverno tenha, de facto, acabado e nada como saudar a chegada da Primavera com um almoço sobre o mar, com os nossos nunca por demais celebrados peixes e mariscos. Das várias e óptimas opções que existem entre Lisboa e o Guincho, a recomendação vai para o Monte Mar, na Estrada do Guincho. Se o tempo o permitir, marque mesa na varanda, peça bruxas de Cascais, gambas locais, percebes ou amêijoas para começar, siga com os lendários filetes de pescada com arroz de berbigão ou peça um robalo ou uma dourada assada no forno (para variar de grelhados e ao sal), confeccionados de maneira a guardar toda a suculência destes peixes que estão na sua melhor época. Não é barato, mas o Inverno foi longo e nós merecemos a extravagância.

 

Para acompanhar, se houver na carta, o Rui Falcão sugere "o vinho Quinta das Marias Encruzado Fermentado em Barrica 2008, do Dão. De cor amarela limão de tonalidade pálida, mostra um nariz discreto mas profundo, dividido entre a pêra e a baunilha, entre o alperce seco e o perfume floral e especiado do cravo. Verdadeiramente corpulento, é um branco que impõe respeito, amplo e bem constituído, enorme no volume, perfeito da gestão judiciosa da acidez que tempera o final de boca. É, seguramente, uma companhia perfeita para um peixe gordo ou meio-gordo assado no forno."

 

Monte Mar: Estrada do Guincho, Oitavos, Cascais. Tel. 214 869 270. Abre ao domingo.

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publicado às 20:00


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