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É um dos assuntos mais falados dos últimos anos no mundo dos vinhos e uma tendência actual que veio para ficar. Nem todos gostam do rótulo “vinhos naturais”, mas é esse o termo que tem vingado para designar um conjunto de vinhos, a filosofia e modo de vida de produtores de intervenção mínima e agentes deste nicho de mercado, como Os Goliardos.

 

Destaco aqui os Goliardos, da Sílvia Bastos e do Nadir Bensmail, não só porque são os “tais agentes” que andam nisto há mais tempo, desde 2005 (ou seja, antes do movimento ser chamado de “tendência”), mas, sobretudo, porque esta Sexta e Sábado, 13 e 14 de Julho, organizam no Á Margem, em Belém, Lisboa (em conjunto com os proprietários deste espaço, Tiago Gamboa e Pedro Vaz) a 9ª edição do Vinho ao Vivo, o principal encontro de “vinhos artesanais e autênticos” (a expressão que eles preferem utilizar) que reúne nesse espaço 35 produtores nacionais e de outros 6 países.

 

Esta é uma oportunidade única, não só para provar vinhos diferentes, mas também para ter contacto e conhecer a diversidade que existe neste sector, em oposição a um mundo dos vinhos que continua demasiado uniformizado. Vai ser interessante ainda poder provar as novidades de um conjunto de produtores que fazem parte do portfolio de Os Goliardos e que com eles mantêm uma relação muito próxima.

 

Esta é uma caracteristica interessante porque Os Goliardos funcionam como uma pequena editora independente (como as há de música ou de livros), onde há interesses comerciais, claro, mas não a qualquer custo. Só entra no seu portfolio o que eles gostam e de quem eles gostam (dos vinhos, da personalidade, da forma de trabalhar, etc) – chamem-lhes agentes, curadores, “mãezinha e paizinho”, o que quiserem, que eles não se importam. Por outras palavras, eles representam e convidam, “produtores abertos que partilham uma abordagem colectiva e humanista, com uma reflexão que se quer conjunta sobre a paisagem e o respeito pela terra. São produtores independentes, maioritariamente de pequena dimensão, alguns nomes sonantes, outros desconhecidos, muitos em agricultura biológica e biodinâmica. Todos eles com talento”.

   

E por falar em produtores, quem são eles?

  

PORTUGAL

 

. Vale da Capucha (Lisboa, Torres Vedras)

 

. Quinta da Serradinha (Lisboa, Leiria)

 

. Humus (Lisboa, Caldas da Rainha)

 

. Quinta do Mouro | Apelido (Alentejo)

 

. Vítor Claro (Alentejo | Beiras | Lisboa)

 

. Quinta das Bágeiras (Bairrada)

 

. Tiago Teles (Bairrada | Vinho Verde | Lisboa)

 

. João Tavares de Pina (Dão)

 

. Quinta da Pellada (Dão)

 

. António Madeira (Dão)

 

. Quinta da Palmirinha (Vinho Verde)

 

. Aphros (Vinho Verde)

 

. Val da Figueira (Douro)

 

. Quinta do Infantado (Douro)

 

. Quinta do Romeu (Douro)

 

. Mateus Nicolau de Almeida (Douro)

  

ESPANHA

 

. Matias i Torres (La Palma, Canarias)

 

. Da Terra Viticultores (Galicia, Ribeira Sacra)

 

. Bernabeleva | Marc Isart (Madrid)

 

FRANÇA

 

. Clos Thou (Jurançon)

 

. Jean-Louis Tribouley (Roussillon)

 

. Bernard Baudry (Loire, Chinon)

 

. Robert-Denogent (Bourgogne)

 

. La Cadette (Bourgogne)

 

. Thomas Pico (Bourgogne)

 

. Eric Texier (Rhône)

 

ITÁLIA

 

. Cantina G Rinaldi (Barolo)

 

. Azienda Bera (Piemonte)

 

. Cascina delle rose (Barbaresco, Piemonte)

  

AUSTRIA

 

. Uwe Schiefer (Burgenland)

 

. Heinrich (Burgenland)

 

. Moric (Burgenland

 

ALEMANHA

 

. Melsheimer (Mosel)

 

GRÉCIA

 

. Ligas (Macedonia, Grécia)

 

 

Como decorre? (“Era o vinho, meu bem, era o vinho...”)

 

Como acontece em outros festivais os produtores estarão situados num espaço delimitado em frente à esplanada do À Margem e cada participante circula de mesa em mesa de cada produtor

 

Local: Restaurante Á Margem, Belém, Lisboa

Quando: dias 13 e 14 de Julho

Horário: 19h00 - 24h00

Preço: 1 dia, 25€ ; 2 dias, 40€

 

Contactos:  Sílvia Mourão Bastos: (+) 351 96 888 15 30, Nadir Bensmail: (+) 351 96 20 22 24 2

 vinhoaovivo@gmail.com, www.vinhoaovivo.com, Facebook: vinhoaovivo

  

Aviso: Aconselho as pessoas demasiado sérias e que apreciam, especialmente, a lado mais taciturno da vida, a evitarem este tipo de manifestações. Há tempo e espaço para provar e tomar notas (sim, há quem vá trabalhar), mas há também um momento para usufruir e para diversão, o que quer dizer, que é de esperar um ambiente festivo e bem animado, com música o vivo e petiscos (vendidos à parte).

 

 

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publicado às 00:01

 

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O Bonsai, o mais antigo restaurante de Lisboa com 32 anos de existência, vive um momento de mudança. Após três anos a chefiar a casa – e mais um integrando a equipa do chefe anterior, Ricardo Komori -, Lucas Azevedo vai deixar esta casa do Bairro Alto no dia 19 deste mês para fazer uma pausa, durante a qual pretende ir até ao Japão “aprender mais”, segundo disse ao Mesa Marcada. Para o seu lugar, devendo começar em Outubro, entra o experiente chefe japonês Shinya Koike, nascido em Tóquio há 61 anos, que nos últimos 25 anos teve restaurantes em São Paulo e no Rio de Janeiro.

 

 

 

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publicado às 01:25

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Estávamos em plena crise quando Alexandre Silva começou a pensar no Loco, um fine dining de poucos lugares numa altura em que do boom do turismo na capital ainda não era certeza. Porém, o conhecido chefe, natural de Abrigada, concelho de Alenquer, e formado em Cozinha/Pastelaria, Gestão de F&B na EHT de Lisboa e em Gastronomia Molecular no Instituto Superior de Agronomia, não é de fugir aos desafios. Uns tempos antes, Alexandre Silva, que se deu a conhecer no Bocca, tinha concorrido ao concurso televisivo Top Chef - que viria a ganhar - quando já era um chefe consagrado e com estatuto e era raro alguém nestas condições o fazer. Alexandre viria a abrir o Loco em Dezembro de 2015 e pode dizer-se que “chegou, viu e venceu”. No final do ano seguinte, já contava com uma estrela Michelin na jaleca e, uns períodos depois, com vários prémios nacionais no papo, entre eles o Prémio Especial Estrella Damm Destaque do Ano, do Mesa Marcada, atribuído ao restaurante que mais se destacou entre o top 10 da eleição dos “Preferidos” deste blogue.

 

 

 

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publicado às 00:17

Rui Silvestre de volta ao Algarve

por Duarte Calvão, em 07.07.18

 

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Troca de chefes no Vistas, restaurante do hotel Monte Rei, em Vila Nova de Cacela, no Algarve. Após quase três anos, Albano Lourenço (na foto da direita) deixa o cargo e entra para o seu lugar Rui Silvestre (foto à esquerda), ultimamente no Quorum, em Lisboa, depois de ter estado no Bon Bon, também no Algarve, onde ganhou uma estrela Michelin em 2015. “Estou entusiasmado, acho que tenho aqui condições de exprimir a minha cozinha”, disse ao Mesa Marcada o novo chefe do Vistas, de 31 anos de idade. Já Albano Lourenço está neste momento a estudar propostas, mas afirma que prefere “algo a norte de Lisboa”, já que a sua família vive em Coimbra, região de onde é natural, e nos últimos anos este afastamento não tem sido fácil. “Para já, vou descansar, depois logo se vê”, adianta este chefe de 54 anos, que em tempos conquistou uma estrela Michelin na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, considerando ainda que o Vistas “fica muito bem entregue ao Rui Silvestre”.

 

 

 

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publicado às 22:50

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Carme Ruscalleda acaba de anunciar, esta manhã, em comunicado de imprensa, que no próximo dia 27 de Outubro o seu restaurante Sant Pau, em Sant Pol de Mar, Catalunha, servirá a sua última refeição. A chefe catalã do Sant Pau, aberto há 30 anos e com três estrelas Michelin desde 2006, sublinha logo no inicio do texto, que não se vão retirar. “Vamos reinventar os nossos compromissos profissionais e dar-lhe outra volta, conteúdo e futuro ao nosso departamento Cocina Estudio”, refere. Segundo Cristina Jolonch, hoje, no La Vanguardia, a sua filha e do seu sócio e marido Toni Balam, Mercè Balam Ruscalleda, abrirá um bar nesse mesmo local.

 

 

 

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publicado às 13:50

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"Estávamos convencidos que as pessoas fariam filas para comer no nosso restaurante; não tínhamos dúvidas que o telefone iria tocar sem parar. Claro, ninguém ligou a reservar. No primeiro dia, com o restaurante vazio, chegou um ciclista...vestido à ciclista. Encostou a bicicleta, veio ter connosco e perguntou se lhe arranjávamos qualquer coisa para comer. Dava para ignorar o capacete e a camisola de ciclista, mas os sapatos... aqueles sapatos faziam um barulho inesquecível. Estava claro que as coisas não iam ser fáceis."

 

 

 

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publicado às 19:03

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Quem hoje a vê a atender os clientes na sua loja do Príncipe Real, em Lisboa, não a imagina a descer um rio no interior do Zaire num barco de transporte de café. Mas a verdade é que a vida de Elisabete B. Baptista Martins, conhecida como Bettina Corallo, já conheceu momentos que ficariam bem num filme de aventuras. Nascida em Lisboa, saiu logo com um ano e meio com a família do pai diplomata para países como Canadá, Brasil, Itália, onde passou grande parte da infância e adolescência. Mas seria em Kinshasa, capital do Zaire, onde o pai ocupou o seu primeiro cargo como embaixador, que conheceria o italiano Claudio Corallo, com quem casou aos 18 anos.

 

 

 

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No inicio desta semana houve o veredicto. A contagem decrescente aproximava-se do fim e Asador Etxebarri afinal caia de 6º para 10º e lá se ia a previsão de muitos. Chega a vez do 4º lugar e o apresentador anuncia o nome: "Eleven Madison Park". Burburinho na sala. Até hoje, ou pelo menos na era recente dos prémios, nunca ninguém tinha caído de 1º para 4º lugar. Acontece. Querem ver que vai mesmo ser o Mirazur  a subir ao degrau máximo do pódio? “3º lugar... MIrazur!”. Pronto, não vai mas sobe e vai-se tudo decidir entre o Celler e a Osteria Frencescana. Os colegas espanhois roem as unhas enquanto que os italianos já vão nos dedos. 2º lugar... Celler de Can Roca... e não é que a Osteria Francescana leva o caneco?! Como dizia uma amiga jornalista italiana, “não vamos ao mundial, mas temos o melhor restaurante do mundo”. É isso mesmo. E o resto? E mais números? Então aqui vão:

  

. A lista de 2018 inclui restaurantes de 23 países e apresenta 9 novos: 6 que fazem sua estreia e 3 que retornam de novo.

 

. A Espanha é o país com mais restaurantes representados na lista: 7 - um a mais do que no ano passado, o Desfrutar - , entre os quais 3 no top 10: El Celler de Can Roca (em 2º); Mugaritz (9º) e Asador Etxebarri (10º).

 

. Os EUA vêm a seguir com 6 restaurantes entre os 50.

 

. A França, tem 5, entre eles 2 nos 10 primeiros: o Mirazur (3º), em Menton e o Arpège (8º) de Paris.

 

. Inglaterra e Itália são representados por 4 restaurantes cada, o Peru tem 3, entre eles o Central (6º) e o Maido (7º), ambos de Lima, no top 10.

 

. O Disfrutar (na foto de entrada deste post) em Barcelona continua sua ascensão e conquistou o prémio de maior entrada, estreando-se na 18ª posição, enquanto que o Den em Tóquio, Japão, tem a maior subida entre os que já lá estavam, subindo da 45º para a 17º lugar.

 

. O Hiša Franko, o primeiro restaurante esloveno do ranking, estreou-se em 48º, o que representa outra vitória para Ana Roš, vencedora de 2017 do prémio de Melhor Chefe Mulher de 2017. Por sua vez o Mikla (44º) em Istambul é o primeiro restaurante da Turquia na lista desde 2002, e o Maaemo (35º), em Oslo, traz a Noruega de volta pela primeira vez desde 2003. O Lyle’s de James Lowe, em Londres também é um recém-chegado, estreando-se na 38ª posição, enquanto que o O Nihonryori RyuGin (41º) de Tóquio, Japão, o Schloss Schauenstein (47º) de Fürstenau, Suíça, e o The Test Kitchen (50º) da Cidade do Cabo, África do Sul, voltaram a fazer parte dos eleitos.

 

. Estiveram presentes na cerimónia os chefes de 49 dos 50 restaurantes. O único que faltou foi Alex Atala, do D.O.M., que caiu este ano de 16º para 30º.

 

. Portugal, que pertence à mesma zona geográfica da fortíssima Espanha, continua apenas com um restaurante e somente na segunda parte da lista. É o Belcanto que ficou em 75º lugar e ainda assim subiu 10 posições. Números...

 

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“Francescana is my Favourite place”

por Miguel Pires, em 21.06.18

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Andar há vários anos entre congressos e outros eventos gastronómicos ou simplesmente pelo mundo em busca de lugares interessantes para comer leva-nos a conhecer algumas das personalidades do mundo da cozinha, como os tão venerados chefes rock-stars.  Com uma ou outra excepção, os que estão mesmo lá em cima, os grandes actores destes palcos, não só possuem um trabalho estimulante, como carisma e um discurso cativante. Massimo Bottura é um desses casos.

 

 

 

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Acaba de ser anunciado, numa cerimónia que ainda decorre em Bilbau, a lista do "The World 50 Best Restaurants", que consagra a Osteria Francescana, do Chefe Massimo Bottura, como o Melhor Restaurante do Mundo de 2018. 

 

"As mihas primeiras palavras vão para a minha equipa em Modena", começou por dizer o chefe italiano para depois agradecer às equipas que fazem os refeitórios sociais que montou em Milão e Paris . Let's keep, rock n' Roll. Agora, festa! 

 

Eis a lista completa:

 

 

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