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Mais do dobro?

por Rui Falcão, em 03.05.10

Sim, sim, todos sabemos que as garrafas magnum, com o dobro da capacidade das garrafas “comuns”( de 0.75l), são o formato ideal para um demorado e estável envelhecimento em garrafeira. Embora por ora a ciência ainda não consiga esclarecer na íntegra os verdadeiros porquês para este envelhecimento mais pausado, a sapiência comum afiança que a existência de um mesmo volume de ar (nos dois formatos, 0.75l e 1.5l) para o dobro do volume de vinho na garrafa magnum será um dos principais factores responsáveis por esta evolução mais compassada.

Em Portugal, infelizmente, as garrafas magnum parecem continuar a amargar de um desdém quase universal, um desprezo igualmente repartido por consumidores e produtores. As razões serão seguramente variadas e complexas … mas desconfio que o preço excessivo e quase indecoroso das versões magnum seja o condicionante principal para a falta de popularidade do formato magnum. Afinal, porque é que, por regra, as garrafas magnum terão de ser comercializadas a muito mais do dobro do custo de uma garrafa “regular”, aproximando-se usualmente do triplo ou quádruplo do preço da mesma garrafa na versão “normal”? Que justificações poderão existir para este acréscimo de preço grotesco?

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publicado às 10:18


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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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