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A partir de hoje os apreciadores de sushi, sashimi e afins vão ter prescindir dos rolinhos e nacos de atum-rabilho. Segundo esta notícia do Publico online, a Comissão Europeia resolveu antecipar a proibição da sua pesca dado que as quotas distribuídas terem-se esgotado mais rapidamente do que o previsto. Embora esta medida possa não agradar a alguns Chefes adeptos desta espécie ela é essencial para assegurar a continuação da sua existência no futuro. Além de que a sua substituição pelo o atum-rabudo dos Açores - este de pesca mais sustentável - assegura a qualidade e muitas das características que gostamos no seu primo, agora protegido. É certo que a carne da barriga não tem os mesmos predicados, mas é menos gorda, o que até se agradece em época de apertar o cinto :).

 

E por falar em sustentabilidade ontem decorreu no mercado da Ribeira, em Lisboa  um debate dedicado ao tema, a propósito do lançamento do site "Que Peixe Comer". O programa prometia, mas infelizmente não consegui estar presente. O site está ainda em fase experimental mas já dá para navegar e perceber que estamos perante uma agradável surpresa. A opção por uma postura mais didáctica e preventiva parece-me um caminho mais interessante do que as acções de 'choque' levadas a cabo por grupos activistas, como o Greenpeace. Dêem um olhada, aqui.

 

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Os autores

Duarte Calvão (perfil)
Miguel Pires (perfil)

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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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