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Não será propriamente uma novidade que os espumantes brasileiros se mostram cada vez mais competentes e atraentes, sérios e sofisticados, capazes de ombrear com muitos dos melhores vinhos espumantes do mundo. Nenhum deles, porém, e apesar de já ter tido a felicidade de ter provado um número significativo, me tinha cativado tanto como o Cave Geisse Bruto rosado, da colheita 2006, um espumante perturbador na elegância, complexidade e riqueza, num registo profundo e distinto que impressiona. Degorjado em 2011, é, apesar de carote, um belíssimo espumante… que poderia passar por champanhe sem qualquer dificuldade!
Na sua newsletter desta semana, o Restaurante Assinatura, em Lisboa, dá uma boa notícia aos adeptos dos BYOB: de 28 e 31 de Outubro, por ocasião do evento Encontro com o Vinho e os Sabores 2011 (antiga FIL), não vai cobrar taxa de rolha (que habitualmente é de 7€ por garrafa) .
Sobre este mesmo tema, no site de Maria João de Almeida, vem um artigo que inclui uma útil lista de restaurante que permitem BYOB e os preços que praticam.
Já pelos Estados Unidos, o Baltimore Sun lança a questão: Could the dry reds of Portugal be the next big thing?
Não é propriamente do New York Times mas não deixa de ser uma notícia interessante que valoriza os vinhos portugueses. Ainda para mais desta vez não se referem a vinhos de topo de gama, mas sim de um segmento mais baixo, cujas quantidades de produção permitem chegar facilmente a mercados maiores.
Um dos vinhos referidos no artigo no jornal americano é o Esteva cujo um dos seus fãs, João Barbosa, lançou, há dias (oficialmente), o seu livro, Grande Reserva, "um apanhado de pequenos tesouros do vinho português, entre fait-divers e curiosidades".
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E como é óbvio não se vende Lisboa com metade do f...
Apesar de chegar tarde gostava de comentar a temát...
Pois, isto tudo concentrado num mês é o diabo para...
Um bom restaurante a carta é curta, quando a carta...
obrigado joao