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Não sei se ao convidar-me para conhecer os cantos à casa, em Reims, a casa Taittinger (via Sogrape, ou vice versa) sabia que o meu consumo de adolescente imberbe da geração cerveja tinha evoluído em direcção ao vinho, em particular à preferência por bubbles de uma certa região francesa – que por acaso até é onde se encontra a sede da empresa.
Na visita guiada às caves lembrei-me de como na fase cevada tínhamos o sonho anedótico de cair num daqueles imensos depósitos de cerveja – desejo habitual após umas quantas ‘loiras’ nos tolherem a vista.
Neste caso não era a vontade de cair num depósitos de vinho em fermentação. De todo. Mas sim de ficar fechado numa das caves repletas de Comptes de Champangne. Já agora ao som, por exemplo, dos Smiths: “to die by your side is such an heavenly way to die (...) There is a light that never goes out”.
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Apesar de chegar tarde gostava de comentar a temát...
Pois, isto tudo concentrado num mês é o diabo para...
Um bom restaurante a carta é curta, quando a carta...
obrigado joao