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A história não é propriamente original. A busca de inspiração, uma forte componente de Relações Públicas e de negócio, aliados a fechos temporários, têm levado alguns dos melhores restaurantes do mundo e deslocarem-se temporariamente para outras latitudes. Foi assim com as digressões dos irmãos Roca (do Celler de Can Roca) pela América Latina (2014) e Turquia (2015), com Heston Blumenthal, que 2015 transplantou o Fat Duck para Melbourne e com o mais badalado de todos nestas andanças, o Noma, que levou a equipa toda durante meses para Tóquio (2015), Sidney (2016) e, México, já este ano, com direito a relatos diários de René Redzepi no Instagram. Também por cá, e à nossa escala, tivemos um exemplo com contornos semelhantes, com a deslocação temporária do Vila Joya, do Algarve para Sintra (Seteais), em 2013.
O exemplo mais recente é o do Eleven Madison Park (EMP), eleito este ano o Melhor Restaurante do Mundo, segundo o júri do The World 50 Best Restaurants. Com o fecho temporário em Nova Iorque (para obras de renovação), a dupla Will Guidara e Daniel Humm aproveitaram e mudaram-se provisoriamente para os Hamptons onde a elite endinheirada nova-iorquina vai a banhos no Verão.
Porém, como é sabido, os americanos são mais orientados pelo sentido prático e pelo negócio do que pelo altruísmo e, por isso, o EMP Summer House (assim se chama) é mais informal no estilo de comida, do que os exemplos dados acima, ou, ainda, do que a “tri-estrelada” casa mãe de Manhattan.
A primeira grande diferença do EMP Summer House é não ter menu de degustação, mas apenas um menu à carta. Depois, em vez de luxo há um decor mais apropriado à época estival em que, além de uma sala interior, há também um pátio exterior e mesas de picnic espalhadas pelo jardim. Ah! Quanto a reservas, são exclusivas para detentores do cartão de crédito American Express (sabem, aquele que na Europa muitos restaurantes – e outros negócios – recusam). Quem não tiver o cartão favorito do Tio Sam terá de bater à porta, sabendo à partida que só haverá possibilidade de comer num dos espaços exteriores.
E o que se pode apreciar no melhor restaurante do mundo lá dos Hamptons? (ver abaixo)
Hum...Belcanto para a Comporta, já!
Texto: Miguel Pires
Fotos: Larry Siedlick/Facebook
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É sem dúvida um dos chefes portugueses com mais personalidade, com um caminho muito próprio, que traçou a pulso, ancorado numa preparação técnica reconhecida e numa criatividade que parece inesgotável. De facto, este algarvio nascido há 46 anos em Martim Longo (Alcoutim) tem um dos currículos mais ricos e variados que se pode encontrar entre nós. Depois da Escola de Hotelaria de Faro, aprendizagem em França nas escolas de nomes consagrados como Gaston Lenôtre e Alain Ducasse, experiências profissionais nos Cipriani, incluindo o de Portofino (Itália), na abertura do Spoon, em Paris, grandes hotéis suíços, Irlanda e Quinta do Lago, onde trabalhou nas equipas de Fausto Airoldi e de Aimé Barroyer.
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Como é do conhecimento geral, Luís Gaspar, da Sala de Corte, em Lisboa, ganhou final do concurso Chefe Cozinheiro do Ano 2017 (CCA), que decorreu nos dias 5 e 6 de Janeiro, na FIL, Parque das Nações. Gaspar, já tinha vencido antes a etapa regional lisboeta que se disputou em Maio último e, curiosamente, tal como nesse apuramento, em 2° e 3º lugares ficaram Nicu Iastremschii, do Loco, e Nuno Fernandes, de O Talho. _
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