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Desde que entrei para o Facebook no início deste ano que estou mais a par de certas opiniões e reacções de um público que vai para além daqueles que se interessam pela gastronomia, nomeadamente da chamada “alta cozinha”. Verifico que é voz corrente considerar que Portugal é “injustiçado” pelo guia Michelin, que beneficia Espanha e outros países e não compreende ou não quer compreender a nossa cozinha. Que se assim não fosse, os restaurantes portugueses ostentariam tantas estrelas como os demais. Ora essas opiniões têm alguma justificação, mas já tiveram muito mais. É assim que vejo, pelo lado positivo. Em primeiro lugar, julgo que é benéfico ter uma classificação independente e credível como é a do guia Michelin, sobretudo num país em que as pessoas não gostam de ser avaliadas, que julgam que todos somos “iguais” - como se na cozinha, no jornalismo, no futebol, na arquitectura ou em qualquer actividade, não houvesse quem tenha mais talento do que outros, seja mais estudioso ou trabalhador do que outros, que tenha mais sorte do que outros.
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