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A notícia que Nuno Mendes andava a preparar algo para o novo Bairro Alto Hotel não era propriamente uma novidade. Porém, é revelado agora que o chef português, que fechou no inicio do ano a Taberna do Mercado em Londres, mas que se mantem à frente do Chiltern Firehouse, será o responsável pelos espaços de restauração do hotel. Segundo uma brochura distribuída à imprensa e mais alguma informação que conseguimos apurar, são cinco os espaços definidos por Nuno Mendes e responsáveis da unidade:

 

 

 

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publicado às 15:18

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“Foram muitas tarefas, mas a primeira coisa de que me lembro é de descascar ervilhas quando era Chefe de Partida de Peixes no Varanda, do Ritz Four Seasons Lisboa. Mas não era só tirar as ervilhas das vagens, era mesmo bringir os grãos e tirar a película. O chefe francês de então, Sébastien Grospellier, queria assim. E eram todas frescas, nada de congeladas”, conta João Rodrigues, actualmente chefe do Feitoria, do Hotel Altis Belém, em Lisboa. Ficou-lhe o hábito e até hoje trata as ervilhas dessa maneira, num processo que não considera difícil, mas demorado e fastidioso, já que tem que ser feito tudo à mão, ervilha a ervilha.

 

 

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publicado às 12:40

Esquina_do_Avesso_equipa.jpg

 

Num texto anterior, referi que a restauração do Porto tem vindo a mudar havendo cada vez mais opções e novos interpretes. A afirmação vinha a propósito do Almeja, sobre o qual escrevi nesse número, mas também (ainda que não o revelasse) do Esquina do Avesso, que não sendo propriamente na cidade do Porto, se situa na sua área de influência.

 

 

 

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publicado às 22:56

Dois livros a não perder

por Duarte Calvão, em 13.09.18

os_doces_da_chef_marlene.jpgNo início da próxima semana, vão ser lançados dois livros que certamente irão despertar a atenção de quem se interessa por “comes e bebes”. Já na segunda-feira, às 19h, Marlene Vieira lança na Second Home, no Mercado da Ribeira, em Lisboa, “Os Doces da Chefe Marlene” (ed. Casa das Letras, preço 19,90 euros), com fotografias de Mário Ambrózio e prefácio do chefe Luís Baena, com quem ela trabalhou no antigo restaurante Manifesto e, segundo nos disse, “foi muito importante na sua carreira e conhece-me como ninguém”. Luís Baena fará a apresentação, juntamente com a jornalista francesa Maria Canabal.  No dia seguinte, terça-feira, às 18.30h, na livraria LeYa na Bucholz (Rua Duque de Palmela, 4, Lisboa) será a vez do conhecido crítico e jornalista de vinhos João Paulo Martins lançar “Mais Histórias com Vinho & Novos Condimentos” (Oficina do Livro), com ilustrações de Tamara Gonçalves e pósfácio de António Barreto. A apresentação está a cargo de Edgardo Pacheco, jornalista do “Correio da Manhã” e da CMTV. O Mesa Marcada falou com os dois autores.

 

 

 

 

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publicado às 18:17

The Yeatman_Chefe Ricardo Costa 3.jpg

 

Natural da região de Aveiro, Ricardo Costa, actualmente chefe do The Yeatman, em Vila Nova de Gaia (duas estrelas Michelin), lembra-se que, “ainda miúdo”, trabalhou num restaurante local que servia todos os dias bacalhau com natas e arroz de pato. “Acho que sei fazer esses pratos de olhos fechados até hoje”, garante. Mas prefere referir os lavagantes que aprendeu a cozer e abrir quando, no início da carreira, esteve na equipa do Girasol (duas estrelas Michelin, já encerrado), em Alicante, Espanha, chefiado então por Joachim Koerper, hoje chefe do Eleven, em Lisboa.

 

 

 

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publicado às 16:39

 

entradas_JamiesIt.jpg

Já se sabe que isto dos restaurantes tem muito a ver com as expectativas que temos sobre eles. Basta numa tasca encontrarmos pratos em que os fritos não sabem a óleo, o arroz não está espapaçado e os legumes serem frescos e não congelados e já saímos satisfeitos e considerando voltar. Já num três estrelas Michelin não perdoamos nada, um peixe um pouco fora do ponto, um pão banal, uma pequena demora no atendimento. Tem a ver com os preços que pagamos em cada um, é claro, mas tem muito mais a ver com o que esperamos de cada local. Ora as minhas expectativas em relação ao Jamie’s Italian, aberto no início deste ano no Príncipe Real, eram pouco definidas. Certamente que não estava à espera de encontrar um restaurante de topo, com uma cozinha criativa, mas também não seria uma destas neo-tabernas ou neo-tascas que há em Lisboa por todo o lado. Tinha lido numa entrevista pré-abertura ao responsável pela cadeia, o conhecido chefe e apresentador de televisão Jamie Oliver, que estes querem apenas ser “bons restaurantes italianos de bairro”. E é capaz de ser mesmo essa a melhor definição para o que encontrei.

 

 

 

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publicado às 12:24


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