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FIFTY SECONDS Martin Berasategui e Filipe Carvalho

Está para muito breve, já para daqui a uma semana, a abertura de um dos mais aguardados e prometedores restaurantes de Lisboa, o Fifty Seconds, do consagrado chefe basco Martín Berasategui, que tem Filipe Carvalho como chefe residente (ambos na fotografia, respectivamente à direita e à esquerda). Se ninguém se importar, vou tratar a casa por 50 Segundos, que é o tempo que os relógios registam em português quando se sobe até ao restaurante, situado no alto da Torre Vasco da Gama, no Parque das Nações, de onde se pode apreciar uma magnífica vista sobre o Tejo. O restaurante cumpre assim o prazo adiantado pelos responsáveis pelo Hotel Myriad, da cadeia portuguesa Sana, parceiros de Berasategui neste projecto, e, a partir de 6 de Novembro, está disponível para almoço e jantar (fecha ao domingo e segunda-feira) com reservas através do tel. 211 525 380 ou e-mail info@fiftyseconds.pt

 

 

 

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publicado às 18:38

LeonelPereira_OlhosFech.jpg

Na verdade, não era de olhos fechados, mas sim de olhos vendados que Leonel Pereira chegava a cumprir a tarefa para a qual o chefe francês Michel Darque, do Hotel Quinta do Lago, no Algarve, achava que ele tinha especial talento: desossar codornizes. Estávamos no início dos anos 90 e o então jovem cozinheiro, hoje chefe do São Gabriel, em Almancil (uma estrela Michelin), explica que desossou tantas codornizes que ele e um colega faziam desafios de olhos vendados para ver quem se saía melhor. “O chefe vinha do célebre Moulin de Mougins, de Roger Vergé, onde, aliás, me arranjou depois um estágio, e gostava de receitas clássicas como a codorniz no ninho [feito de batatas fritas palha], mesmo quando era para mais pessoas. Uma vez, tivemos uma cimeira da NATO no hotel com um banquete para 240 pessoas e lá estava a codorniz. Estive 48 horas acordado, só a desossar codornizes...”, recorda.

 

 

 

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publicado às 13:08

Um chef português a dar cartas em Banguecoque 

por Miguel Pires, em 12.10.18

Nelson-Amorim_Head-Chef (1).jpg

 

A nossa primeira conversa decorre ainda no aeroporto de Banguecoque, enquanto esperamos pelo chefe do Antiqvvm, Vítor Matos, que por estes dias fará um jantar “a quatro mãos” com ele no seu restaurante Il Fumo. Alto, encorpado, de sorriso aberto e pronúncia do Norte bem vincada, Nelson Amorim anda há sete anos pela Ásia. Natural de Baião e formado na Escola de Hotelaria de Lamego, após terminar o curso, o jovem cozinheiro português pegou na mala e partiu. Primeiro para a Madeira, onde esteve num hotel do grupo Pestana, e depois para Angola. Pouco entusiasmado com o trabalho em África, umas férias em Lisboa viriam a mudar-lhe o rumo. O proprietário de um restaurante em Macau pediu um cozinheiro ao seu irmão António Amorim (também chefe e dono da Fábrica do Pastel de Feijão, em Alfama) e ele indicou-o. “Cheguei de férias a 7 de Agosto e em Setembro já residia em Macau”, revela. Estávamos em 2011 e ainda que o turismo fosse um dos poucos sectores a sobreviver à crise económica, o apelo para se mudar para terras mais distantes e desconhecidas foi maior. Na altura o seu raciocínio foi simples: “sou jovem, solteiro, o que tenho a perder?”. 

 

 
 
 

 

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publicado às 15:37

Duas boas opções para o fim de semana

por Duarte Calvão, em 05.10.18

 

Anantara Vilamoura - Café Ferreira.jpg

Quem quiser conhecer a cozinha de um dos restaurantes portugueses mais conhecidos além-mar, o Ferreira Café, aberto em 1996 em Montreal, no Canadá, e estiver pelo Algarve neste fim de semana prolongado, pode ir jantar já hoje ou amanhã ao EMO, restaurante do hotel Anantara, em Vilamoura. É lá que o chefe Bruno Viegas recebe o seu congénere canadiano, mas também português, João Dias, assim como o mentor e fundador do restaurante, Carlos Ferreira.  Aliás, esta dupla comanda ainda mais três restaurantes no Canadá – Taverna F, Café Vasco da Gama e Campo – e a curiosidade é muita para ver como a cozinha portuguesa moderna é interpretada por aqueles lados. Os jantares custam 125 euros por pessoa, mais 60 euros para quem for pela harmonização de vinhos.  No jantar de amanhã, a parte líquida estará a cargo do produtor alentejano Herdade da Malhadinha Nova, com vinhos sempre muito recomendáveis. Tel. 289 317 000

 

 

 

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publicado às 17:54

 

Lisboa-Madragoa-Restaurante-ATravessa.jpg

O imponente claustro do Convento das Bernardas, na Madragoa, recebe neste final de tarde a festa que comemora os 40 anos de A Travessa, um dos restaurantes mais marcantes de Lisboa das últimas décadas. “Na verdade, fundámos o restaurante no dia 4 de Novembro de 1978, mas como queria aproveitar o claustro enquanto o tempo está bom, mudámos a comemoração para agora”, explica ao Mesa Marcada Vivianne Durieu, a belga que há quatro décadas, sem qualquer experiência no sector,  decidiu arriscar num pequeno espaço na Travessa das Inglesinhas, também na Madragoa, que rapidamente se tornou num ponto de encontro de políticos, artistas, intelectuais, jornalistas e muitas outras figuras de destaque na Lisboa de então.

 

 

 

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publicado às 15:38


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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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