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3e0345893748dad6144a2a5762f9b2d0c79045ab.jpgJá se sabe que há chefes que dizem que não lhes ligam nenhuma, que só estão interessados em ter clientes satisfeitos, outros que seriam capazes de subir ao Everest para as alcançar, mas ninguém nega que ganhar estrelas Michelin marca quase sempre um “antes e depois” num restaurante. Quase seis meses passados sobre o seu anúncio numa gala em Lisboa, fomos saber junto dos respectivos chefes de alguns dos efeitos das últimas estrelas conquistadas pelos restaurantes portugueses na edição do guia Michelin Espanha e Portugal 2019.

 

 

 

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publicado às 18:15

 

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Bertílio Gomes está prudente, declarando que “ainda há muita coisa para afinar”, mas quem quiser pode ir já à Rua dos Caminhos de Ferro, 98 A, mesmo ao lado da estação de Santa Apolónia, a poucas portas do conhecido restaurante Maçã Verde, para conhecer os pratos algarvios que se servem no Albricoque (como é conhecido o damasco no Algarve, palavra, segundo o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa de José Pedro Machado, via Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, que tem origem no árabe “al-birqoq”). “Nasci no Pinhal Novo, na Margem Sul, mas os meus pais são do Algarve e é a região com que mais me identifico”, declarou o chefe ao Mesa Marcada, garantindo que se mantém tudo como dantes ali bem perto, no Chapitô à Mesa, o restaurante que dirige há sete anos na costa do Castelo. “Diria que, mais do que algarvia, é uma cozinha mediterrânica, do Sul, simples, descontraída, para partilhar, onde privilegio os produtos da época – o menu muda semanalmente – sobretudo os vegetais”, explica Bertílio Gomes.

 

 

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publicado às 18:13

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O Epur, no Chiado, é uma daqueles restaurantes em que os pormenores (ou “pormaiores”) fazem a diferença: a vista, os painéis de azulejos de época no interior, o requinte depurado do mobiliário de madeira clara, dos pratos, da cutelaria, copos e outros utensílios, bem como a qualidade do som, ou a iluminação. Menorizado em vários restaurantes de topo, este último aspecto, por exemplo, pode valorizar um prato dando-lhe um outro brilho, sobretudo, quando a intensidade e a qualidade são perfeitas, como acontece aqui. Acresce ainda que à noite este espaço situado numa colina do Largo da Academia Nacional das Belas Artes, com vista para o Tejo e Castelo, perde um pouco a beleza cénica que oferece durante o dia, pelo que a iluminação torna o espaço mais acolhedor e ajuda a que nos concentrarmos no prato e na companhia. 

 

 

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publicado às 13:34

Três jantares e uma abertura

por Duarte Calvão, em 02.04.19

 

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Com a aproximação do Peixe em Lisboa, que começa já nesta quinta-feira, fiquei sem cabeça para grandes escritos sobre algumas das boas experiências gastronómicas que tive nos últimos tempos. Há, no entanto, algumas que, em jeito de sugestão, aqui ficam.

 

 

 

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publicado às 22:39


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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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