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Uma Sála para ir acompanhando

por Duarte Calvão, em 06.08.19

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Nem sempre é fácil decifrar à primeira a cozinha de um chefe e de um restaurante, classificá-la claramente de “boa” ou “má”, “interessante” ou “desinteressante”, com capacidade de evoluir ou não. No caso presente, em que fui pela primeira vez ao Sála, julgo que encontrei uma boa cozinha, interessante e com capacidade de evoluir. Quer isso dizer que fui tudo óptimo e deslumbrante? Certamente que não, houve mesmo um prato que me desagradou bastante. Se a minha avaliação é positiva - e não há como não ter estes factores em conta - deve-se também a conhecer o chefe João Sá há algum tempo e simpatizar com o seu percurso profissional. Sobretudo pela aposta arriscada que fez há uns anos, quando era mais difícil, no G-Spot, nos arredores de Sintra, numa cozinha minúscula, e por, depois de uma breve e desanimadora experiência no antigo Assinatura, ter percebido que lhe era preferível esperar até conseguir ter um projecto próprio - com as penalizações, inclusive financeiras, que tal espera pode implicar - a trabalhar em lugares em que não acreditava.

 

 

 

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publicado às 12:00


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Três autores há vários anos ligados à gastronomia e vinhos criaram este espaço para partilhar com todos os interessados os seus pontos de vista sobre o tema (ver "carta de intenções").

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