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Era mais ou menos previsível que a pulverização de marcas no ainda relativamente novo segmento das cervejas artesanais haveria de levar a aquisições por parte de companhias maiores. É que acaba de acontecer com a Sovina, nascida em 2009 e uma das pioneiras neste segmento, que acaba de ser comprada pelo Esporão, que depois dos vinhos e dos azeites entra assim no competitivo e ultra-polarizado mercado cervejeiro dominado pela SuperBock e Sagres/Central de Cervejas.
Talvez a surpresa tenha sido mesmo o facto de o comprador não ter sido um destes grandes (ou uma companhia internacional), mas sim, por uma das maiores empresas portuguesas do sector do vinho. O Esporão tem um bom canal de distribuição e este aspecto é crucial dado que a disponibilidade no ponto de venda é uma das grandes dificuldades que enfrentam os agentes deste mercado de nicho que conta, estima-se, com mais de 80 produtores e uma quota modesta que representará pouco mais de 1% em termos de volume e 4% em valor.
Em comunicado enviado à imprensa, o O CEO do Esporão, João Roquette, justifica a aquisição pelo facto da Sovina ser “uma referência no mercado das cervejas artesanais”, ter “elevada qualidade de produto, um portfólio completo e excelente imagem”.
Apesar da quota baixíssima, o segmento das cervejas artesanais é visto com bons olhos, mesmo pelos grandes do sector, dado tratar-se de uma tendência que tem vindo a ajudar ao rejuvenescimento e à valorização da imagem de um produto cujo o consumo tem vindo a decair. Vamos então ver como evolui o mercado nos próximos tempos.
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