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Imagem oportuna de Tiago Macedo Pires, mais conhecido no Instagram por Ovocru. Há 10/15 anos eram só quase os estrangeiros de férias em Portugal que bebiam rosé. Segundo a foto, tirada no conhecido supermercado Apolónia, no Algarve, parece que o segmento continua fortíssimo nesta região turística.
Porém, mesmo no país, a quota dos vinhos rosados cresceu. E o perfil mudou. Um pouco por todo o mundo, o mercado ditou que estes vinhos tinham de ser pálidos como os franceses (aliás, mais pálidos, do que os da foto aparentam) e menos alcoólicos. A grande diferença é que por terras gaulesas, sobretudo a sul, é normal um destes vinhos custar 20/25 euros, sobretudo se for da Provence. A compra do Chateau Miraval, em 2008, por Brad Pitt e Angelina Jolie, deve ter ajudado ao upa upa dos preços. Porém, em França, ainda que o seu consumo se faça principalmente no período estival e em momentos de descontracção, o assunto sempre foi levado a sério, algo diferente do nosso panorama, onde, salvo uma ou outra excepção, os rosés são descritos regularmente como "vinhos para beber à beira da piscina" e é raro alguém dispensar mais do 5 euros por uma garrafa.
Não é para ser do contra mas, por acaso (ou talvez não), o rosé que mais me tem dado gozo beber nestes últimos tempos está nos antípodas da tendência. Aproxima-se mais de um tinto leve para beber fresco. Trata-se do Humus, feito na Alvorninha (região de Lisboa) por Rodrigo Filipe. Este rosé é turvo, mais escuro, delicioso e digestivo (algo que ajuda o facto de ter um baixo grau alcoólico). Uma delicia para beber à beira de um lago. Ou até mesmo de um charco :).
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