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Pronto, reconheço que a embalagem não será a mais bonita, mas até lhe acho uma certa piada por reforçar a ideia de que se trata de um produto artesanal, como de facto parece ser. A verdade é que há anos que me lamento por não encontrar uma boa manteiga portuguesa feita a partir de leite de vaca (de ovelha há bem boas), recorrendo contrariado às francesas ou italianas. No entanto, a recente vinda para a minha vizinhança da óptima Queijaria, trouxe-me agora para perto a açoriana Uniflores, produzida pela Cooperativa Ocidental, na Ilha das Flores, que já encontrava esporadicamente em algumas lojas de Lisboa, as quais, porém, nunca a tinham de modo regular. Na Queijaria, garantem-me que a terão, pelo menos, frequentemente.
Batida à mão, com natas pasteurizadas, é talvez um pouco cara, 6,5 euros/200 g, mas também não a uso para cozinhar, preferindo para esse efeito a Nova Açores. Por isso, dura um bocado, mas não demasiado, porque os prazos de validade são curtos, o que também é bom sinal. Numa rápida pesquisa na Internet, verifiquei que estou muito bem acompanhado nesta preferência, já que tanto Paulina Mata, no seu Assins & Assados, como Ricardo Dias Felner, no Homem que Comia Tudo, também se mostraram rendidos a esta bela manteiga. Fica assim resolvido um dos problemas dos meus pequenos-almoços caseiros. Falta o fiambre. Quando é que num país com tanta qualidade e tradição na carne de porco aparece alguém a elevar o nível dos nossos péssimos fiambres?
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